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stay away
a matar pessoas , desde 21 de Março de 009 ![]() someone
![]() the eternal sunshine of the spotless mind, my clementine
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. i'm a terrible person terça-feira, junho 25, 2013
I hate seeing people happy. I truly do, those couples happly together, those single people powerfully standing and confidents. Even a stranger that just happens to be smiling to someone while i'm crossing the street. I hate them. I hate you for not missing me.
Etiquetas: ~ . e eu rio-me por fora, mato-o por dentro quinta-feira, março 22, 2012
tenho uma aversão especial por ele. existe algo nele ou é algo que a sua atitude emana que me deixa enojado pelo que ele é, pelo que ele representa. não faz muito tempo contaram-me uma história, daquelas verdadeiras e que deviam ter graça. eu não me ri, eu deprimi. o que é que ele tem? o que é que ele faz? se eu o acho sem valor, mas em vias de facto conseguiu mais do que eu, é porque ainda mais abaixo existe um patamar com o meu nome, destinado a nada mais nada menos do que a minha solidão. e cá aparece ele outra vez, mas neste caso ainda não me contaram uma história. e eu espero que nem me contem, só me faria aumentar o número de vezes que o mato mentalmente enquanto cumprimento com o olá indispensável. não lhe dou um tostão, e mesmo assim, consegue tudo o que quer. deve ser por isso que não vou com a cara dele, por aparecer sempre desta forma na minha vida, entre a minha vida. . behold, a raça superior sexta-feira, outubro 21, 2011
em memória da menina de dois anos que foi atropelada na china, ignorada tanto pelo condutor que fugiu, como o que a atropelou depois, como pelos cabrões que passavam a pé ao lado. até já, (agora já não dói) . quinta-feira, setembro 15, 2011
para variar, não sei o que se passa. é a mudança do estar bem para o não suportar o som das teclas sequer. e a voz dela. a raiva que me incita, as loucuras a que me leva, a ira que me transtorna. e a outra que se decide também juntar à festa dos tormentos directamente da sala de estar. e falam por cima umas das outras, e knão se entendem mas fingem que si, e a televisão ligada, e o telemóvel a tocar e ela a ignorá-lo, e a música a tocar, aquela que eu gostava, a chatear-me, a fazer-me tremer e a falhar as teclas. mas ela não pára, fala enquanto se levanta, enquanto atende, e o som não baixa ao telefone, continua mais alto, mais irritante, o mesmo. porque tem de trabalhar e não quer ir. porque tem de ir e não vai. e depois fala para mim e eu nao quero responder. chateia-me. não me deixa estar, nem quando eu peço dois minutos de sossego, de silêncio. dois minutos em que me possa dedicar a mim, à minha cabeça que não anda menos complicada, à minha linha de ideias que se mostra cada vez mais fugida e raramente presente. mas ela tem o prazer de falar ainda mais alta, e a outra também. e gritam, mas não se chateiam. gritam porque gostam, nem que se peça por silencio. e porque nao se calam? falam da escola, falam do que lhes apeteça. e falam alto. que mania de falar alto. que se fodam. que saiam. que fiquem nos buracos onde sempre costumam estar. ocupados. que se enfiem de novo nos buracos e me deixem aqui, no meu, no meu mundo. já nao tenho mundo. já não tenho meu. calem-se. calem-se por favor. já não tenho o quarto, já não tenho a sala, o canto fugido da sala, já não tenho o meu guarda-fatos. e a merda da tecla K que está estragada e dispara de vez em quando. merda para ela. merda para a outra. merda para todas. o ar já não me faz bem.
e elas não se calam.
Etiquetas: [espamos], ~, ciclo vicioso, gustavo, mad world . começo bem ~ is that all right? terça-feira, junho 07, 2011
é aquela raiva que não se consola. é aquela raiva que não me deixa fazer nada. impede-me de me levantar sequer para tentar abrir o livro e estudar para amanha, impede-me de ler o que quero, mesmo sem relações com esta merda de escola que está a acabar. impede-me de desenhar, impede-me de cantar. não me permite pensar, não me permite falar, não confio em ninguém o suficiente para que a raiva possa ser amenizada. é uma que me impede de sorrir verdadeiramente por mais piadas que me cruzem. impede-me de querer ver televisão, impede-me de querer tentar ser alguma coisa. é uma raiva que me torna impotente, inútil, sem necessidade para alguém ou para alguma coisa. tira-me tudo o que eu acreditava, tira-me o que eu achava ser e que achava ter de especial. tira-me o propósito de ver o propósito em andar, em continuar, em manter-me de pé. tira-me as forças que me erguem, tira-me a vontade de emitir sons que não gritos, tira-me a vontade de mexer controladamente. se me mexo, ou parto, ou fodo, ou mato. tira-me o ar, tira-me as lágrimas, não saem, já não sai som, já não sai vontade. levaram-na para voar, aquela levou-a para voar, puta. vadia. meretriz da ignorância viva e da ingenuidade e hipocrisia que se pode haver. é esta raiva que não me deixa escrever. é esta que começa a degradar-se em merdas de biologia, em tristeza que consome as letras que nem sei como saem. arranca-me o olhar, arranca-me o brilho que ela me disse ter, ela que desapareceu, que goza comigo agora. ela que não volta. arranca-me tudo, deixa-me o tudo quando é nada. é a raiva que me prende o pensamento, que me deixa perdido, ainda mais perdido. é a raiva que me torna ainda mais complexo e sem interesse do que já sou. transforma-me na normalidade da falta de factos, porque a puta manda, a rua é dela, o chulo não lhe dá sexo, ela fode quem pode. são duas ou três que se juntam, são quatro ou cinco que acasalam, são seis ou sete que me corroem, são oito ou mil que me fazem cair, dormir, querer não sair, querer não falar, querer não ficar. são raivas que me deixam assim, desesperado por letras que me drogam e me contaminam o sangue aliviado. são raivas de cortes sem analgésicos, que só fico a escrever porque mais nada consigo fazer. mais nada consigo sair, não falo, não mexo, não olho. são raivas que me fazem desistir. desistir de ti, de eles, de todos, de mim. desistir do sonho. não. não está tudo bem. Etiquetas: ~, ciclo vicioso, ela, longe, perdidos . CIAR - Curso Intensivo Anti-Raiva quarta-feira, fevereiro 23, 2011
contar até dez, dizem. talvez encontrar um escape. pintar? escrever? não é suficientemente rápido para satisfazer a urgência que se debate. na verdade. alguma vez nos ensinaram a lidar com a raiva? dizem que aqueles que não a controlam - coitados - precisam de psicóloga, de ajuda. o que será que esses caricatos lhes fazem? pastilhas? calmantes? yoga? a única diferença entre esses que se deixam levar e os demais chamados normais, é que uns, por um lado, desistem de lutar, de tentar resistir, de comprimir as forças, de cerrar os punhos. libertam a raiva no que vier, no que aparecer. pelo outro lado, os outros resistem no seu âmago pessoal, choram, gritam para a almofada, trincam-nas, puxam cabelos, fecham o quarto e põem música alta para que ninguém note. estarão a fazer da forma correcta? quem sabe. deve faltar pouco. vamos atravessar a ponte? Etiquetas: ~, ciclo vicioso . please, segunda-feira, janeiro 03, 2011
hold my hand and take me back to the start. and don't let me go till the beginning of the end. Etiquetas: ~, ciclo vicioso, longe, perdidos . domingo, janeiro 02, 2011
somewhere timeless ela face ![]() no where março 2009 abril 2009 julho 2009 agosto 2009 setembro 2009 outubro 2009 novembro 2009 dezembro 2009 fevereiro 2010 março 2010 abril 2010 maio 2010 junho 2010 julho 2010 agosto 2010 setembro 2010 outubro 2010 novembro 2010 dezembro 2010 janeiro 2011 fevereiro 2011 março 2011 abril 2011 maio 2011 junho 2011 julho 2011 agosto 2011 setembro 2011 outubro 2011 novembro 2011 dezembro 2011 janeiro 2012 fevereiro 2012 março 2012 abril 2012 maio 2012 junho 2012 julho 2012 agosto 2012 setembro 2012 outubro 2012 novembro 2012 dezembro 2012 janeiro 2013 fevereiro 2013 março 2013 abril 2013 maio 2013 junho 2013 julho 2013 agosto 2013 setembro 2013 outubro 2013 novembro 2013 dezembro 2013 janeiro 2014 dream always
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