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stay away
a matar pessoas , desde 21 de Março de 009 ![]() someone
![]() the eternal sunshine of the spotless mind, my clementine
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. but we have to just keep moving segunda-feira, março 04, 2013
É difícil. É complicado voltar a enfrentar o chão e o caminho secundário a que somos obrigados a percorrer depois de dois dias de autoestrada sem limites, depois daquelas quarenta e oito horas a andar a cento e vinte à hora vejo-me obrigado a reduzir de novo aos cinquenta e enfiar a cabeça nos livros, e isso é difícil. Não me interessa que eu não seja o suficiente, não me interessa que existam outros tantos imensamente melhores e mais especiais, sei que nem senti o tempo passar e que seja qual for o resultado valeu a pena a oportunidade e valeu a pena aquele êxtase de poder pesar um pouco mais o pé do acelerador. É difícil; depois de vermos o quão possível seria, é difícil.
Etiquetas: algures no meio, gustavo . and there are days like this domingo, abril 29, 2012
Sabes aquelas
pessoas que só de olhar sabe-se logo para o que foram talhadas? Elas falam de
um determinado assunto com aquela paixão inocente de um sonho alcançável,
nota-se o entusiasmo em cada vírgula de cada frase, as palavras têm outro
significado quando ditas por ela. As pessoas comentam que acham bem, que
gostam, que não há outro caminho possível. As pessoas veem que aquilo é a sua
paixão, é aquilo que as faz levantar mais cedo da cama do que desejável e
criar, curar, pintar, defender, jogar, construir, planear.
Apercebi-me
que quando falo da faculdade, falo sobre as personalidades que conheço,
as amizades que faço, sobre as memórias que crio. Não falo sobre química, não
falo sobre orgânica, não falo sobre artigos científicos que
Tenho medo
que depois seja tarde, tenho medo de me tornar naqueles velhos que abandonaram
os sonhos na comodidade de um emprego sustentável. Tenho medo de já não ter
aquele brilho que vejo nas gravações das minhas antigas atuações, aquela minha
alegria de mostrar ao público o que eu era capaz. Tenho medo de perder isso, de
deixar de saber fazê-lo, tenho medo de não aprender mais. Já nem a escrever
acho que me safo.
Tenho medo de
baixar a voz e ser esquecido.
Por vezes
pergunto-me se não estou a fazer um erro.
Por vezes
pergunto-me que merda de sapatos é que decidi calçar.
Etiquetas: boo, gustavo, non-stopping-world . vida segunda-feira, novembro 07, 2011
página 100 . quinta-feira, setembro 15, 2011
para variar, não sei o que se passa. é a mudança do estar bem para o não suportar o som das teclas sequer. e a voz dela. a raiva que me incita, as loucuras a que me leva, a ira que me transtorna. e a outra que se decide também juntar à festa dos tormentos directamente da sala de estar. e falam por cima umas das outras, e knão se entendem mas fingem que si, e a televisão ligada, e o telemóvel a tocar e ela a ignorá-lo, e a música a tocar, aquela que eu gostava, a chatear-me, a fazer-me tremer e a falhar as teclas. mas ela não pára, fala enquanto se levanta, enquanto atende, e o som não baixa ao telefone, continua mais alto, mais irritante, o mesmo. porque tem de trabalhar e não quer ir. porque tem de ir e não vai. e depois fala para mim e eu nao quero responder. chateia-me. não me deixa estar, nem quando eu peço dois minutos de sossego, de silêncio. dois minutos em que me possa dedicar a mim, à minha cabeça que não anda menos complicada, à minha linha de ideias que se mostra cada vez mais fugida e raramente presente. mas ela tem o prazer de falar ainda mais alta, e a outra também. e gritam, mas não se chateiam. gritam porque gostam, nem que se peça por silencio. e porque nao se calam? falam da escola, falam do que lhes apeteça. e falam alto. que mania de falar alto. que se fodam. que saiam. que fiquem nos buracos onde sempre costumam estar. ocupados. que se enfiem de novo nos buracos e me deixem aqui, no meu, no meu mundo. já nao tenho mundo. já não tenho meu. calem-se. calem-se por favor. já não tenho o quarto, já não tenho a sala, o canto fugido da sala, já não tenho o meu guarda-fatos. e a merda da tecla K que está estragada e dispara de vez em quando. merda para ela. merda para a outra. merda para todas. o ar já não me faz bem.
e elas não se calam.
Etiquetas: [espamos], ~, ciclo vicioso, gustavo, mad world . a.q.1 : sistema, inconsciência, consciência sábado, julho 23, 2011
Etiquetas: [espamos], algures no meio, ciclo vicioso, gustavo . ff 0.9 # my biggest fear is growing up sábado, maio 28, 2011
tenho medo. sim, tenho medo. é um medo irracional de ficar sozinho, é um medo aterrorizador de falhar, de ser negado, de ser ainda mais rebaixado. é um medo do não, é um medo do sim, é o medo da incerteza das respostas que fico sem saber por não as querer saber, mas que na verdade, quero. tenho um medo impossível do falso, da mentira, do uso e do desuso nas coisas como objectos e dos objectos como coisas. é o medo das costas dos outros e das minhas próprias, é o fugir das outras e do peso das minhas. é um medo cuja derivada positiva tende para o mais infinito imparável. é o medo de crescer. the nerd with big glasses for(hundred)ever é um medo de não voltar a ganhar a coragem. trust in me, trust in you, trust in me, trust in you Etiquetas: algures no meio, encontrados, funny facts, gustavo, longe, non-stopping-world, parabéns . CIS-tematização terça-feira, maio 17, 2011
somos três. cada uma das personalidades que existem dividem-se em três constituintes básicos. a consciência, a inconsciência e o sistema. a consciência é quem fala, quem se move, quem pensa estar vivo, quem pensa mandar. a inconsciência controla o que sentimos, porque choramos, quando rimos, porque nos odiamos. o sistema decide se tem forças para combater a constipação ou se a barriga vai começar a doer. controlar? na verdade não controlamos nenhum, mas digamos a consciência (só porque ela manda, ou pensa que manda) muitas vezes em desacordo, muitas outras em concordância. o sistema não avisa a falha que vai ocorrer, a inconsciência não explica os porquês e a consciência sente-se sozinha atravessando os dias, apesar de estarem as três no mesmo. uns incentivam os outros, ninguém controla ninguém, uns prejudicam os outros. gostava que os meus três fossem mais amigos. o meu sistema faz o que bem quer, a minha inconsciência não fala para mim, (ainda menos do que consegue), e o consciente não se esforça por não deprimir. Etiquetas: ciclo vicioso, encontrados, gustavo, longe, novo . e são as crianças que têm medo do escuro. segunda-feira, abril 25, 2011
tal como existe escuridão na luz, também existe luz na escuridão, nós é que estamos demasiado concentrados na falta de cor e traços ~ e é verdade. em luz, nem lhe damos o devido valor. estamos preocupados com as cores, as tonalidades das formas e os feitios dos traços e das profundidades. estamos sempre em busca do que está fora dela e não nela ou em seu redor. em escuridão, queixamo-nos do que não sabemos, do que não conseguimos ver, do que não conseguimos controlar. por isso tanto medo dizem pelo preto, por isso tanta alegria traz o branco. mas porque procuramos nós o escuro na luz, e tendo nós (não eu) tanto medo da sombra, se não procuramos a luz na escuridão? estamos demasiado preocupados com aquilo que lá não está, preocupados com o coração que não controlamos (apenas mais uma coisa que está fora das nossas mãos) concentrados na falta de apoio visual quando ele é apenas um de cinco. qualquer dia os outros quatro revoltam-se. eu sinto-me seguro, e mesmo conseguindo, não tenho necessidade de olhar a luz enquanto me cobre a sombra porque me sinto mais seguro debaixo da falta desse sentido tão sobrevalorizado. Etiquetas: algures no meio, encontrados, gustavo, sem saber . a tentativa forçada e persistente de tentar ser alguém melhor. quarta-feira, março 30, 2011
as palavras não parecem senão perfeitas, a intenção parece certificadamente certa e fácil, as acções sabem-se possíveis, valorizadas. é o querer não me importar com que os outros dizem (que em tempos foi verdade), mas eles gritam demasiado alto para que eu os possa ignorar, gritam mais alto que a música; é o tentar não esperar nada em troca, mas o coração palpita sempre que me olham, aperta-se, contrai-se na surpresa que nunca chega; é o fazer as coisas às escondidas, sem ninguém dar conta, mas no fundo no fundo querer o merecimento que mereço, o mínimo elogio e gesto; é o colocar-se sempre em último lugar, priorizando sempre os próximos, esperando pelo seu bem-estar, tolerando intolerâncias, compreendendo, sorrindo, aconselhando; é o pensar de ninguém ter a obrigação de me ajudar, mas existindo a hipótese de acudir alguém, assim o fazer; é o saber e não o conseguir saber, porque a felicidade não dura, é um daqueles recursos não falados cujo consumo é mais rápido que a própria produção, um recurso não renovável bastante desprezado e essencial, mais do que o petróleo, mais do que uma nota, mais do que um presidente ou uma ideologia pré-concebida a que tanto valor se apegam e se agarram (não misturemos temas); é o forçar mais um dia de pé batido no chão, sob um corpo cada vez com menos vida e mais dificilmente arrastado, construindo alicerces para os cantos da boca apontarem sempre o céu, uns alfinetes para que os olhos não se fechem e o calor para que o choro seque antes que se mostre; é sonhar para dentro de maneira a não importunar os ego espaçosos de outros. é o precisar do reconhecimento que ninguém sabe que necessito de ouvir. é o ser uma pessoa melhor para os outros, e não para mim. recuso-me. e mesmo assim continuo a tentar. Etiquetas: algures no meio, ciclo vicioso, gustavo, perdidos . have you ever feel like you don't belong ? segunda-feira, março 21, 2011
quando olho e o mundo anda sem mim. crescido, independente. torna-me inútil, arranca-me a importância com o vento que não me leva e com a chuva que não me dilui. longe, embora perto desde pequeno que me sinto assim. desde pequeno que sinto aquela singular necessidade de ser necessitado. de ser respeitado. não me interessa a ribalta, não quero as luzes apontadas a mim, não quero as estrelas a desenhar o meu nome, nem que as revistas me persigam. desde pequeno que os meus olhos cresceram por um caminho diferente de todos os outros, isso sei bem. tornei-me estranho, num vírus que este grande organismo quer destruir com todas as defesas específicas e não específicas que consegue. mas como um vírus, eu necessito de outros para sobreviver e continuar, é-me impossível aguentar sozinho, perdido. desde pequeno que me dizem que sou maturo. escondo-me por detrás dos risos que ninguém nota, no meio das palavras cínicas que bem disfarço, entranhado entre as mentiras que toda a gente gosta. porque toda a gente sabe que é mais fácil gostar daquilo que se quer acreditar. escondo-me sem que ninguém repare, para eles, eu sou crescido, para eles a minha mente é avançada, para outros (e esses que se fodam) continuo o mesmo infantil entre outros adjectivos, mas se calhar, quanto à primeira parte, têm razão. mas para os mesmos eles, nada tenho de destacar no sentido que me sinto. no sentido mais sentido e sem sentido. perco-me sem querer, na minha mente, enquanto me falam, enquanto me pedem, enquanto desabafam. perco-me dentro de mim, utilizo-me como um portal para onde realmente pertenço. um outro lugar não tão pouco alto nem tão pouco ensolarado, um lugar, ponto. como? onde? com quem? quando? um lugar onde não me façam perguntas, não dessas que me obrigam a escolher definições pré-definidas. não sigo regras, sou do contra, mas isso não é novidade. esperando o incógnito sofrido (fodido) vou sobrevivendo, entre passos, rodando passeios, distribuindo as mentiras que me incitam a continuar com uma salva de palmas e um grito em coro «bis, bis». esperando caminho todos os dias pela calçada a observar o mar, na esperança que uma onda me leve onde me querem, onde me precisam. mas ele não chega, a areia impede-as, maldita. a coragem não é suficiente para me levar lá, igualmente. perco-me sem conseguir obrigar-me a saltar, e quando dou conta, as paredes do meu quarto aborrecem-me nem verdes. desejando, implorando continuo a levar o meu olhar pelo caminho que mais ninguém toma. por isso a solidão me faz a companhia que tanto finjo ter. os pássaros que imagino cantam-me canções de verão e o mar não me alcança. ele também não conhece a rua. eles dizem que já dei o salto, eu não tenho tanta certeza e continuo escondido Etiquetas: ciclo vicioso, gustavo, longe, perdidos, respostas ao passado . quinta-feira, janeiro 13, 2011
As cicatrizes ajudam-nos a nunca os esquecer, por isso tenho o corpo cheio delas. Etiquetas: bem perto, encontrados, gustavo, sem saber . ff 0.7 terça-feira, janeiro 11, 2011
Etiquetas: funny facts, gustavo . quinta-feira, dezembro 23, 2010
she was shocked - in wich world have you been living? he stopped walking - i'm not sure anymore.Etiquetas: gustavo . «unknown inside» segunda-feira, dezembro 13, 2010
Quero estar longe. Quero perder-me. Quero a neve. Oh, como quero a neve! Quero perder-me na neve, sem ficar enterrado, não quero ninguém em cima de mim. Quero sentir-me livre. Desenhar um anjo no chão que me leve a voar. Quero rir. Rir-me deles enquanto se embebedam na realidade. Eu não seguirei o mesmo caminho. Quero bebê-la com moderação, o que não impede um possível deslize, bem sei. Quero deixar de ser iinfluênciado pelo meu subconsciente. Quero aprender a dizer-lhe não, não são os outros que me controlam. Esses não me importam. Se calhar, o deixar-me ser controlado provém do medo de me desapontar. Quero perceber o que ele quer, mas não sei. Não sei sequer se se importa com o que faço. Não se trata de mim. Nem sequer o nome dele eu sei. Será suposto baptizá-lo? Dar-lhe um nome ou coisa assim? E como sei que ele já não se auto-intitulou de alguma coisa? É impossível de saber. Quero falar com ele mas ele recusa-se. Depois do que aconteceu ele nunca mais saiu. E se já o percebia pouco, então agora os símbolos egípcios parecem tão simples. Quero que ele perca o medo de desabafar. Já não desabafo para uma pessoa viva há demasiado tempo. Mas é como disse, não posso fazer nada. Ele fechou-se num sono acordado de cem mil anos, condenando-me à solidão de um passeio à chuva. Eu gosto de senti-la no rosto e ele gosta também. Deve ser por isso que me sinto tão bem debaixo dela, por me sentir mais perto dele, do seu silêncio. Quero que ele acorde. Será que entrou em coma com o choque? Será que foi demasiado para ele? Será que ele me culpa? Quero que ele volte. Alguma vez irá acordar? Não quero esperar, já não sou paciente. Essa característica desgastou-se com o tempo. A paciência não volta. O dano não é reparável. Será que algum dia ele se apresentará? Quero que ele me ouça. Quero que ele perceba o meu pedido de desculpa, que me olhe e explique também. Quero que ele me ensine a confiar. As pessoas perderam a inocência desde que ele se escondeu. Foi culpa dele, ele é demasiado sensível! Mas a culpa da sua fuga foi minha. Eu é que decidi forçar uma amizade e um sorriso a quem não mereceu. E ele agora dorme. Ou melhor, não dorme. Está numa espécie de estado de suspensão, já que me afecta sem se manifestar. Esta é a sua maneira de se manifestar. Quero perceber se ele me incita a raiva ou controla a força. Numa delas ele está envolvido. Quero saber qual. Não percebo. Ele não volta. Quanto mais tempo terei de caminhar à chuva para o sentir mais perto? Quantas mais vezes tenho de mergulhar e manter-me assim, sereno debaixo de água? Quanto mais tenho que sofrer para que te sintas vingado? Já não foi o suficiente? Um dia, antes de tudo, ele prometeu-me um abraço, ainda estou à espera. G'odrigues Teixeira 29 de Setembro de 2010 "aula de matemática" . a.k : tonalidades | de mim para mim (0.2) quarta-feira, dezembro 08, 2010
~ photo by G'odrigues o melhor trabalho é sorrir (lembra-te) Etiquetas: de mim para mim, gustavo, photobucket, sem saber . um natal perfeito terça-feira, novembro 23, 2010
Etiquetas: gustavo . segunda-feira, novembro 15, 2010
Etiquetas: gustavo . amores? domingo, novembro 14, 2010
. sexta-feira, novembro 12, 2010
. quinta-feira, novembro 11, 2010
- Sabes qual é o problema? - Hein? - Sabes o que é que me chateia? - O quê? - É que eu prefiro o sonho à vida real. Etiquetas: ciclo vicioso, gustavo somewhere timeless ela face ![]() no where março 2009 abril 2009 julho 2009 agosto 2009 setembro 2009 outubro 2009 novembro 2009 dezembro 2009 fevereiro 2010 março 2010 abril 2010 maio 2010 junho 2010 julho 2010 agosto 2010 setembro 2010 outubro 2010 novembro 2010 dezembro 2010 janeiro 2011 fevereiro 2011 março 2011 abril 2011 maio 2011 junho 2011 julho 2011 agosto 2011 setembro 2011 outubro 2011 novembro 2011 dezembro 2011 janeiro 2012 fevereiro 2012 março 2012 abril 2012 maio 2012 junho 2012 julho 2012 agosto 2012 setembro 2012 outubro 2012 novembro 2012 dezembro 2012 janeiro 2013 fevereiro 2013 março 2013 abril 2013 maio 2013 junho 2013 julho 2013 agosto 2013 setembro 2013 outubro 2013 novembro 2013 dezembro 2013 janeiro 2014 dream always
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