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stay away
a matar pessoas , desde 21 de Março de 009 ![]() someone
![]() the eternal sunshine of the spotless mind, my clementine
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. Ela percebia-me sempre. Agora já não. Adorava perceber-te também. sexta-feira, setembro 27, 2013
E se eu disser que sim? Para quê fingir ou deixar de fingir, tu sabes que é verdade. E se eu disser que me interessa e que interessou? E se eu disser que não me consigo deixar de interessar e por isso junto isto ao saco de dilemas com que me deparo diariamente? E se eu disser que
olhei e gostei? Não acreditarias, não desta parte, agora sei. Não tinha nada a perder, e acabei por perdê-lo independentemente. Talvez a areia tenha sido demasiada para a minha pequena praia 37 à beira-mar em Espinho, talvez eu seja incapaz de encarar de facto o vento forte da minha terra natal. Não sou sempre
o mesmo. Espero, mas mudo, como o impediria depois de dois anos?
Mas e se eu disser que quis muito?
provavelmente
não mudaria nada.
Ambos temíamos inícios, por isso começámos pelo fim.
. It's a bittersweet sensation. sexta-feira, maio 03, 2013
Dia 1 de Maio não fez seis anos que comecei a escrever, mas sim seis anos desde que comecei a ter noção de que o fazia. E agora seis anos depois tenho noção que aquele desejo de ser um jovem escritor de dezasseis anos foi forte o suficiente para me iludir a acreditar que pelo menos aos vinte teria já um terminado. Um de tantos. Um de tantas ideias que ainda tenho para dar.
E tanto tentei não pensar na deprimência de nenhum objetivo significante alcançado nesse céu único que nenhuma palavra em sua honra foi escrita a tempo. Aqui está a tentativa de emendar o meu erro, de acertar a minha sorte. Porque quanto mais vivo, quantas mais personalidades mais ou menos interessantes encontro pelo meu caminho, principalmente aquelas que me espelham o futuro, mais vontade eu tenho em escrever, mais vontade eu tenho em mostrar que sou mais do que um estudante, sou mais do que uma pessoa que tirou boas notas e que se continua a safar.
Não sou único, não sou especial, isso eu sei; pois tal como todos, sou apenas mais um a tentar fazer a diferença, apenas mais um a tentar mostrar ao mundo que a minha história vale a pena ser contada, com todas as alegrias, com todos os medos, com todas as indecisões. Sou apenas mais um a recusar-me a ser estereotipado por uma sociedade agrupista e comodista.
"Naquela noite ninguém dormiu. Imaginar o fim nunca chega ao poder infeliz de o saber ao certo. Nada é pior do que ter a certeza dele."
. Cartas que nunca entrego (5) - i love every mood in you quinta-feira, outubro 25, 2012
(e por isso dedico-te o meu numero quinhentos, sejam de summer, sejam de chuva)
apercebi-me que nunca te tinha escrito um texto. escrever escrevi, o poema dos parabéns, entre outros recortes no conde naquelas tardes de chuva que tanto gostamos. mas nunca te escrevi uma carta, daquelas que eu nunca entrego. (costumam ser as melhores e mais verdadeiras, eu acho, talvez pela quase certeza de passar despercebida no meio dos textos, não que eu ache que não a venhas a ler, porque lerás). há momentos da nossa vida (a mim foi hoje enquanto relia algumas entradas deste meu canto de palavras quase esquecidas) em que ficamos com o medo terrível da perda, do fim prematuro, de tudo acabar antes de cumprirmos os nossos planos - mesmo para quem afirma não os ter. - eu tenho imensos planos, tu sabes disso, tu estás envolvida em muitos deles, atrevo-me até a dizer em quase todos, mesmo que não participes diretamente neles, tens de estar presente. um deles envolve um apartamento em londres com uma estante de filmes e um plasma gigante (o resto é secundário). e não consigo pensar num fim sem cumprí-los. e quando me refiro a um fim, não digo exclusivamente o "até já", digo mais e até o fim da vontade de lutar, o fim do esforço, o fim do sonho da fantasia que as minhas criações satisfazem. o fim de tentar mostrar que o caminho que tomo é igualmente bom, igualmente digno, e não covarde. e sempre que penso nisso penso em ti, penso em como tu me fazes manter essa esperança viva, essa vontade ardente em cada pergunta que me fazes, em cada palavra de interesse que desenvolves, em cada ideia que crias, mesmo que eu não a aceite. penso em ti por me ajudares a continuar, mesmo não concordando com o trilho em que estou, por me continuares a apoiar. e por isso agradeço-te. por seres como és, por me ajudares a dar mais um passo sem me esquecer do que me faz realmente feliz, por me fazeres continuar a viver, pois não podias fazer-me melhor. espero um dia ser capaz de o retribuir; um dia veremos londres e frança para educar os nossos sete filhos, incluindo o adotado. sempre aqui, Freak Etiquetas: bubbles, cartas que nunca entrego, parabéns . true story domingo, maio 06, 2012
dois anos, a pequena história de um desprezável tu, tu e só tu.
"Levantas-te.
Acordas mal, dói-te a cabeça, mas não te importas pois é o teu grande dia. Mas
porquê começar pelo final? Voltemos mais atrás, antes de ganhares aquela rifa
sem graça, antes de adoeceres naquela tarde fria de primavera, antes de descobrires
que o teu pai se suicidou debaixo do comboio em frente ao hospício onde a tua
avó está internada. Voltemos ao aniversário da tua mãe. Coitada, nem sabe a que
velocidade é que os dias passam quanto mais a data de nascimento. Por vezes
ainda te olha estranha, de lado, desconfiada. Mas lá disfarça, e se não se
apercebe quem tu és, sorri-te e engana-te, ou então tu é que te deixas enganar.
Voltemos a esse dia, antes da funcionária derramar o chá por cima do sofá sujo
e de reparares que o relógio da entrada estava parado, sem corda. Só um pouco
mais atrás, faz um esforço. Tu sabes que te lembras. Aquele jardim, seco,
aterrorizado pelo silêncio de uma madrugada velha, cansada; e aquela porta
doirada, que reluzia o sol mesmo no teu olhar, triste olhar de andorinha
cansada. A casa da tua tia longínqua, que vivia dois quarteirões a norte da
tua, onde moras com a tua madrasta e o teu meio-irmão mais velho. Sim,
exactamente Naquele dia."
True Story (you wish), G'odrigues Criatura
[parabéns meu terere, parabéns meu para sempre]
. happy five years terça-feira, maio 01, 2012
é uma mistura de alegria do tempo, com a deprimência do momento, da falta de melhor, da estagnância do dom que me fazia achar digno do mundo. o meu mundo.
"Todos
os dias se travava uma guerra aberta entre os aliados rejeitados e a supremacia
absoluta da malévola rainha negra; seguiam-se várias tentativas de fuga às
prisões do castelo e também às refeições tortuosas onde ela os obrigava a comer
restos de animais podres mortos no quintal. Imaginação de criança.
Mas
os assuntos tornaram-se sérios, as zangas agravaram-se e embora continuasse a
jurar a morte a quem magoasse os seus pequenos, sentia-os como desconhecidos,
residentes dos quartos ao fundo do corredor estreito que tem o candeeiro
partido e a lâmpada pendurada por um fio. O filho respondia-lhe,
independentemente da pergunta, com palavras monossilábicas e tinha sempre
planos para se escapulir às suas horas de folga e Salomé nem lhe falava, não
pronunciava uma única palavra – mas pelo que lhe constava, ela não falava para
ninguém, nem para o irmão com que se dava muito bem."
Um só Céu, G'odrigues Criatura
Etiquetas: parabéns, respostas ao passado . done quinta-feira, março 15, 2012
o.gi.doc . mouse sexta-feira, novembro 18, 2011
happy birthday mickey ~ . vida segunda-feira, novembro 07, 2011
página 100 . mais (h)-um-ano, menos dois quinta-feira, agosto 25, 2011
eu não tenho já dezoito anos, eu não fiz só dezoito anos. eu estou nos dezoito anos. tenho dezoito anos e cresci, tenho noção disso, mas no fundo no fundo continuo o mesmo. Etiquetas: algures no meio, grow, holiday, non-stopping-world, parabéns . ff 0.9 # my biggest fear is growing up sábado, maio 28, 2011
tenho medo. sim, tenho medo. é um medo irracional de ficar sozinho, é um medo aterrorizador de falhar, de ser negado, de ser ainda mais rebaixado. é um medo do não, é um medo do sim, é o medo da incerteza das respostas que fico sem saber por não as querer saber, mas que na verdade, quero. tenho um medo impossível do falso, da mentira, do uso e do desuso nas coisas como objectos e dos objectos como coisas. é o medo das costas dos outros e das minhas próprias, é o fugir das outras e do peso das minhas. é um medo cuja derivada positiva tende para o mais infinito imparável. é o medo de crescer. the nerd with big glasses for(hundred)ever é um medo de não voltar a ganhar a coragem. trust in me, trust in you, trust in me, trust in you Etiquetas: algures no meio, encontrados, funny facts, gustavo, longe, non-stopping-world, parabéns . de mim para mim (0.5) ~ one sky, one destiny domingo, maio 01, 2011
quatro anos começou o sonho de um mundo melhor. não para os outros, mas um melhor para mim. quatro anos criei-nos e recreei-me pela primeira vez. inventei o meu mundo da minha privada imaginação. reinventei todos os conceitos pré concebidos e desafiei a realidade a fundir-se com o sonho. planeei, comecei, cresci. um só céu me guiou entre os espaços livres e um só destino ligado entre ele me liderou naquilo que agora está incompleto. quatro anos e ainda não o acabei, quando o desejava finalizar bem cedo. quatro anos e continua acesa a história, vivas as personagens, sentidas as falas que no futuro melhorarei. não desisto do meu primeiro sonho, pois esse primeiro é o que que fica para toda a vida. parabéns a mim. parabéns ao meu estranho. Etiquetas: de mim para mim, parabéns, respostas ao passado . ~ parabéns lover sábado, fevereiro 05, 2011
Ainda está para nascer a nossa cobra, mais cinquenta Etiquetas: parabéns . ah! e parabéns tu ~ quarta-feira, dezembro 29, 2010
Etiquetas: parabéns . «unknown inside» segunda-feira, dezembro 13, 2010
Quero estar longe. Quero perder-me. Quero a neve. Oh, como quero a neve! Quero perder-me na neve, sem ficar enterrado, não quero ninguém em cima de mim. Quero sentir-me livre. Desenhar um anjo no chão que me leve a voar. Quero rir. Rir-me deles enquanto se embebedam na realidade. Eu não seguirei o mesmo caminho. Quero bebê-la com moderação, o que não impede um possível deslize, bem sei. Quero deixar de ser iinfluênciado pelo meu subconsciente. Quero aprender a dizer-lhe não, não são os outros que me controlam. Esses não me importam. Se calhar, o deixar-me ser controlado provém do medo de me desapontar. Quero perceber o que ele quer, mas não sei. Não sei sequer se se importa com o que faço. Não se trata de mim. Nem sequer o nome dele eu sei. Será suposto baptizá-lo? Dar-lhe um nome ou coisa assim? E como sei que ele já não se auto-intitulou de alguma coisa? É impossível de saber. Quero falar com ele mas ele recusa-se. Depois do que aconteceu ele nunca mais saiu. E se já o percebia pouco, então agora os símbolos egípcios parecem tão simples. Quero que ele perca o medo de desabafar. Já não desabafo para uma pessoa viva há demasiado tempo. Mas é como disse, não posso fazer nada. Ele fechou-se num sono acordado de cem mil anos, condenando-me à solidão de um passeio à chuva. Eu gosto de senti-la no rosto e ele gosta também. Deve ser por isso que me sinto tão bem debaixo dela, por me sentir mais perto dele, do seu silêncio. Quero que ele acorde. Será que entrou em coma com o choque? Será que foi demasiado para ele? Será que ele me culpa? Quero que ele volte. Alguma vez irá acordar? Não quero esperar, já não sou paciente. Essa característica desgastou-se com o tempo. A paciência não volta. O dano não é reparável. Será que algum dia ele se apresentará? Quero que ele me ouça. Quero que ele perceba o meu pedido de desculpa, que me olhe e explique também. Quero que ele me ensine a confiar. As pessoas perderam a inocência desde que ele se escondeu. Foi culpa dele, ele é demasiado sensível! Mas a culpa da sua fuga foi minha. Eu é que decidi forçar uma amizade e um sorriso a quem não mereceu. E ele agora dorme. Ou melhor, não dorme. Está numa espécie de estado de suspensão, já que me afecta sem se manifestar. Esta é a sua maneira de se manifestar. Quero perceber se ele me incita a raiva ou controla a força. Numa delas ele está envolvido. Quero saber qual. Não percebo. Ele não volta. Quanto mais tempo terei de caminhar à chuva para o sentir mais perto? Quantas mais vezes tenho de mergulhar e manter-me assim, sereno debaixo de água? Quanto mais tenho que sofrer para que te sintas vingado? Já não foi o suficiente? Um dia, antes de tudo, ele prometeu-me um abraço, ainda estou à espera. G'odrigues Teixeira 29 de Setembro de 2010 "aula de matemática" . duzentos ~ mudei? segunda-feira, outubro 04, 2010
talvez tenha ficado mais feio. é possível? tenho saudades de escrever aqueles textos grandes que fazem pensar. alguma vez voltarei? Etiquetas: parabéns . cento e cinquenta - publicados ou não domingo, agosto 22, 2010
. cem ~ e continuo na mesma segunda-feira, maio 31, 2010
lime butterfly ~ queria escrever, dizer o que me prende, gritar o que me esconde, matar quem me magoa, mas a cabeça dói-me, o corpo já pede descanso. as férias aproximam-se, já não era sem tempo. há quem diga que o ano passou rápido, eu não concordo. mas a verdade é certa, apesar dos exames, a praia vai acompanhar a diversão na prioridade número um deste ano. não vou cometer o mesmo erro. Etiquetas: parabéns . aprendi a não confiar na memória e a entregar-me ao sonho. - parabéns domingo, março 28, 2010
Reparei agora mesmo que faz cerca de um ano e sete dias que eu criei este blog. Ou seja, há cerca de um ano e sete dias, tinha-te eu bem próxima de mim, a convecer-me, ou a ajudar-me, já nem sei, a criar este blog. Um ano e sete dias são o suficiente para as coisas mudarem. Quero a tatiana de volta; quero TE de volta. Etiquetas: parabéns somewhere timeless ela face ![]() no where março 2009 abril 2009 julho 2009 agosto 2009 setembro 2009 outubro 2009 novembro 2009 dezembro 2009 fevereiro 2010 março 2010 abril 2010 maio 2010 junho 2010 julho 2010 agosto 2010 setembro 2010 outubro 2010 novembro 2010 dezembro 2010 janeiro 2011 fevereiro 2011 março 2011 abril 2011 maio 2011 junho 2011 julho 2011 agosto 2011 setembro 2011 outubro 2011 novembro 2011 dezembro 2011 janeiro 2012 fevereiro 2012 março 2012 abril 2012 maio 2012 junho 2012 julho 2012 agosto 2012 setembro 2012 outubro 2012 novembro 2012 dezembro 2012 janeiro 2013 fevereiro 2013 março 2013 abril 2013 maio 2013 junho 2013 julho 2013 agosto 2013 setembro 2013 outubro 2013 novembro 2013 dezembro 2013 janeiro 2014 dream always
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