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stay away
a matar pessoas , desde 21 de Março de 009 ![]() someone
![]() the eternal sunshine of the spotless mind, my clementine
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. ninguém sabe o dia de amanhã segunda-feira, junho 03, 2013
Passo a vida a dizer que são as pequenas coisas que a constroem, que ficam na memória e moldam as personalidades consciente ou inconscientemente. Hoje mudei um bocado, depois daquele intervalo, da alegria dele ao abraçar-me e a ver a minha camisola. Ás vezes dá uma vontade assim de o levar para longe e impedir que sofra pelas línguas da sociedade ou pela família (não conheço, não opino), protegê-lo da realidade que é ser como ele, ter as suas dificuldades, os seus limites. Ás vezes dá uma vontade de o agarrar e defendê-lo contra as rejeições do estado e a falta de apoio do país. Ás vezes dá uma vontade de ficar a seu lado a toda a hora, se não para fazê-lo feliz, para nos contagiarmos pela sua felicidade, ou ambas.
álvaro
E saber que um dia tudo acaba. E continuar vivendo.
Etiquetas: grow . happy january's resolutions. quarta-feira, janeiro 02, 2013
não é qualquer uma que olha para ti e torna as palavras de tal forma especiais que apenas um olá te faz sentir um deus grego do olimpo. não é qualquer uma que por breves momentos te faz dono do mundo, do teu, do seu, do nosso.
. terça-feira, outubro 30, 2012
there will be always a new chapter until the book ends.
and maybe, just maybe, if we are lucky enough we can meet again the ghosts of our past.
. i wasn't crying for you, i was crying for me terça-feira, março 27, 2012
i cried last night. Three years or more had passed since no tear reached
my face.
i cried last night and i'm not ashamed. It felt good. i just let it out, in the darkness, where no one could ever find out.
i cried because i could run no more, i couldn't pretend anymore, pretend
that everything was and is ok. Because it's not. All the thoughts came like a
wave, the lack of money, my parents unemployed, the next few years studying
hard, and then a few more to gather money for the dream, that
so-desirable-and-breathtaking dream of mine, my sister’s unreturned love, my
own unreturned – as ever –, my ridiculous way of being that they can’t love or
admit they ever did.
They ask me what they ought to do.
And who tells me what should i do?
i’m lost and wandering.
Etiquetas: encontrados, grow, non-stopping-world . happy last year ~ domingo, janeiro 01, 2012
child Etiquetas: grow . mais (h)-um-ano, menos dois quinta-feira, agosto 25, 2011
eu não tenho já dezoito anos, eu não fiz só dezoito anos. eu estou nos dezoito anos. tenho dezoito anos e cresci, tenho noção disso, mas no fundo no fundo continuo o mesmo. Etiquetas: algures no meio, grow, holiday, non-stopping-world, parabéns . a.w : edição quarta-feira, agosto 03, 2011
Etiquetas: bem perto, grow, novo, photobucket, sem saber . quase perto do texto automático segunda-feira, julho 18, 2011
coisas que ficam. coisas que não saem. coisas proibidas pela mesma aquela lua que nunca te falei. a lua que tem tantas cores como as mais do espectro que acho não conheceres. a lua que é a culpa de tudo, ou então a quem culpo tudo. é a lua que me impede de te querer mais, de te dizer mais, de me fazer voar por mais. ela proíbe-me de te falar mais, de pensar menos. sim, pensar menos. o pensar tira-me a impulsividade que nunca tive, a intuição que pouco percebo. são coisas que deixam o meu insconsciente insatisfeito. ele chora, ele pede por mais, mas não me diz de quê. não sei se é fome - essa falta caberia ao sistema de se queixar - provavelmente dor? não sei quem sente o corpo, sei que ele sente o coração. estará a precisar de uma droga? de ti? de um só, pois são o mesmo? as coisas que desde sempre me fizeram avaliar antes de agir. tenho melhorado, sabes? só me apercebi disso agora mesmo, à medida que as letras vão aparecendo pretas e num tipo horrivelmente típico, vulgar. melhorei por exemplo em andorra, acho que já te contei. perdi-me. estava sozinho. fui impulsivo o suficiente para me convencer a experimentar as pistas mais perigosas, enfrentei a viagem como uma oportunidade única de uma vida, e então tinha de arriscar enquanto podia. perdi-me. sim, andei por onde não devia, o outro lado da montanha, sozinho, nem os pássaros aguentavam o frio. enterrei os skis na neve, tinha saido do percurso. mas perdi-me porque não pensei. e ao não pensar não me arrependi. repetia? sem dúvida. perder-me-ia sem conta pelos pedaços de neve que também derretiam, entre montanhas surreais, por entre lagos gelados, fora das sinalizações, perto dos teleféricos que tentava perceber como funcionam. repetiria tudo, pois foi bom, foi impulsivo, porque não pensei. mas sabes o que mudaria? desta vez levar-te-ia comigo. assim podíamos os dois andar por onde não conhecemos, a mais de dois mil quilómetros de casa (acho). coisas que penso. coisas que podiam ficar. coisas que fogem. coisas permitidas pela proibição do ser que sou, do ser que tento não ser. talvez coisas que virão, um dia. talvez tarde de mais. somewhere timeless ela face ![]() no where março 2009 abril 2009 julho 2009 agosto 2009 setembro 2009 outubro 2009 novembro 2009 dezembro 2009 fevereiro 2010 março 2010 abril 2010 maio 2010 junho 2010 julho 2010 agosto 2010 setembro 2010 outubro 2010 novembro 2010 dezembro 2010 janeiro 2011 fevereiro 2011 março 2011 abril 2011 maio 2011 junho 2011 julho 2011 agosto 2011 setembro 2011 outubro 2011 novembro 2011 dezembro 2011 janeiro 2012 fevereiro 2012 março 2012 abril 2012 maio 2012 junho 2012 julho 2012 agosto 2012 setembro 2012 outubro 2012 novembro 2012 dezembro 2012 janeiro 2013 fevereiro 2013 março 2013 abril 2013 maio 2013 junho 2013 julho 2013 agosto 2013 setembro 2013 outubro 2013 novembro 2013 dezembro 2013 janeiro 2014 dream always
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