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stay away
a matar pessoas , desde 21 de Março de 009 ![]() someone
![]() the eternal sunshine of the spotless mind, my clementine
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. segunda-feira, março 04, 2013
not knowing is not the worst thing. knowing that you don't know, that's the worst sensation of all. - GC
Etiquetas: bem perto . and after all, the mind is still there domingo, julho 15, 2012
I can't regret.
At this point of my life
I can't regret my decisions. I can't regret that decision. Regretting would mean
losing everything, everything I built to stand me straight, everything that is
supporting and lifting me everyday, pulling me out of bed every morning. And I
can’t regret that.
Regretting would mean
that I’d had to stop, I’d had to think, and we all know that’s a habit I can’t
go back to: “thinking”. Regret would mean that I would have to go back to the
start, as if everything I’ve worked for so far meant nothing. I would leave all
this out in the trash for nothing. For the hope of a bright future that I’m
afraid I’m not able to reach that way.
I’m not giving up on my
hopes. I’m definitely not giving up on my dreams. I’m just taking them with me
secretly in my pocket for when the time comes. A better opportunity.
That’s why I said that it
hurt. And it still hurts knowing that I’m a disappointment for you, for her,
for a lot of people that I truly care. It hurts me that you don’t understand,
that you don’t try to understand what this is all about. Because I thought you
did.
And for her
You can’t just stop
talking to me or tell me how much of a disappointment I am, or idiot, or
coward, or child, because of all of the past you ever had, I’m one of the few
that are left. One of the few that still tries to see the good old you.
You know they ask me why
do I still talk to you, after all that happened.
I’m going out of reasons.
Etiquetas: bem perto, ela, L, non-stopping-world . não consigo fingir mais domingo, maio 20, 2012
Ando a servir de ponte entre os reinos do norte e o mosteiro, o mosteiro anda pouco satisfeito com as decisões de cultivo e com a localização das habitações, diz que o vento as vai deitar abaixo se se mantiverem no exato sítio em que se encontram. Mal eles sabem que as habitações estão mais presas ao chão do que o próprio mosteiro ao solo. Passam por mim sem pedir, sem pagar portagem, usam e abusam desta velha ponte que com paus de madeira foi construída. Uma ponte que se resigna a se deixar ser pisada para no fim conseguir cair e nadar no rio que vê todos os dias a passar por ele em vez de se atirar de vez. O mosteiro diz que é demasiado arriscado. Mas o mais engraçado, entre todo o descalabro desta guerra sem sentido, desta dor que só me faz querer esbofetear os monjes e gritar-lhes que não são donos da terra, é que afirmam querer viver, afirmam ser velhos e ainda não ter vivido, nascendo-lhes assim essa necessidade de querer ver o que há para lá do horizonte. Vêm me pedir abraços, tanto o povo como os mosteirenses, e eu não os recuso, ensinaram-me a não recusar abraços, tal como a não recusar travessias. Dou muitos abraços por dia, abraços que não são meus, abraços de outrém. É inevitável perguntar-me quando terei um abraço meu. Sou uma ponte demasiado ponte.
Por favor não finjas também, só tem piorado.
. true story domingo, maio 06, 2012
dois anos, a pequena história de um desprezável tu, tu e só tu.
"Levantas-te.
Acordas mal, dói-te a cabeça, mas não te importas pois é o teu grande dia. Mas
porquê começar pelo final? Voltemos mais atrás, antes de ganhares aquela rifa
sem graça, antes de adoeceres naquela tarde fria de primavera, antes de descobrires
que o teu pai se suicidou debaixo do comboio em frente ao hospício onde a tua
avó está internada. Voltemos ao aniversário da tua mãe. Coitada, nem sabe a que
velocidade é que os dias passam quanto mais a data de nascimento. Por vezes
ainda te olha estranha, de lado, desconfiada. Mas lá disfarça, e se não se
apercebe quem tu és, sorri-te e engana-te, ou então tu é que te deixas enganar.
Voltemos a esse dia, antes da funcionária derramar o chá por cima do sofá sujo
e de reparares que o relógio da entrada estava parado, sem corda. Só um pouco
mais atrás, faz um esforço. Tu sabes que te lembras. Aquele jardim, seco,
aterrorizado pelo silêncio de uma madrugada velha, cansada; e aquela porta
doirada, que reluzia o sol mesmo no teu olhar, triste olhar de andorinha
cansada. A casa da tua tia longínqua, que vivia dois quarteirões a norte da
tua, onde moras com a tua madrasta e o teu meio-irmão mais velho. Sim,
exactamente Naquele dia."
True Story (you wish), G'odrigues Criatura
[parabéns meu terere, parabéns meu para sempre]
. £ - 08 terça-feira, abril 10, 2012
08 – more than you
can lift
Oh I tried to go away
I tried to say goodbye
But every second you
come
Right back into my eye
I try to change the
name
To show the courage I have
not
I know it don’t seems much to you
But I have grown a lot
And I have to face reality
With everything I can
It’s sad to know the truth
Together won’t be happy end
‘Cause I can't make you love me
I can't turn your mind
But you cannot blame me
For trying one more
time
I can’t whine and grumble
I know every breath’s a gift
But after all, at the
end of the day
I’m more than you can lift
Who knows one day you’ll want me back
And I may not be here
I plan to go away
someday
When I get over the
fear
I know I am leaving
I just don’t know the day
So don’t you want to ask everything
While I’m not away?
It would not change
much, I guess
But it would make me
smile
Forget the sad certainty
And be happy for a
while
‘Cause I can't make you love me
I can't turn your mind
But you cannot blame me
For trying one more
time
I can’t whine and grumble
I know every breath’s a gift
But after all, at the
end of the day
I’m more than you can lift
Etiquetas: ?, [espamos], bem perto, L, sem saber, ShanmuGham Road . depois queixam-se que se perde o contacto quinta-feira, abril 05, 2012
acho piada àqueles que se deixam ficar no seu canto, sossegados, sem chamar a atenção, sem dizer nada à espera que as pessoas se lembrem deles, se lembrem de mandar uma mensagem a perguntar se está tudo bem, ou a ligar porque anda desaparecido. não adianta questionar a sua forma de vida, não adianta apontar o sítio onde se escondem pois defendem-se sempre da mesma forma. "quero saber quem se lembra de mim, quem sente a minha falta, e por isso espero que falem comigo em vez de andar atrás das pessoas". e os outros? e aqueles que nunca se puderam dar ao luxo de esperar para dar notícias a quem quisesse ouvir? quando sabem eles que fazem falta a alguém? se fazem falta a alguém? se alguém se importa... acho piada a essas pessoas que esperam. eu nunca pude esperar. eu nunca soube, nunca sei. acho estranho até quando me dizem que até me querem por perto. acho piada a essas pessoas que me deixaram com maus hábitos. . eu não. domingo, abril 01, 2012
Se hoje for o último dia, disseste-me tudo o que precisavas?
. and so this was christmas domingo, dezembro 25, 2011
estava com vontade de escrever e sentei-me ao computador. o formato do word aborreceu-me os olhos e o fulgor de uma fuga clandestina surgiu desensabido, desconsolado. o aquecedor solta-me o bafo de um inverno frio, um natal ao fim-de-semana (devia ser proibido) e um papel de embrulho por rasgar. quem me dera voltar ao tempo em que o pai natal vinha e eu agarrava-me à minha mãe cheio de medo enquanto a minha irmã esvaziava o saco sem dar tempo ao meu pai disfarçado de as distribuir. voltar ao tempo em que as caixas eram muitas por muito pouco que fossem chocolates, um baralho de cartas, uns lápis de cor. apetece-me gomas. apetece-me mesmo gomas. voltar ao tempo em que a lista que eu escrevia (se alguma vez escrevi uma a sério, pouco me lembro) se concretizava e os meus olhos brilhavam no final da noite, cansado, realizado a dormir abraçado aos macacos acrobatas, esse jogo envolvido na façanha de descobrir a falsidade do natal. bom jogo, diga-se. voltar ao tempo de não ter tempo para experimentar tudo numa noite, de jogar tudo em primeiro e ficar em primeiro e fazer tudo primeiro ao mesmo tempo. queríamos, sem saber, viajar no tempo. porque tudo era nosso, e o nosso era meu, porque éramos reis e rainhas do nosso reino, éramos donos do mundo, donos do céu e de tudo o mais, porque nunca nos passou pela cabeça que crescer é descer do pódio, é passar a príncipe (nem todos) e descer pela corte real até bater de cara no povo. quem me dera voltar ao tempo quando o pai natal podia concretizar qualquer desejo mesmo tendo um aspecto diferente todos os anos, e uma barriga de almofada, e uma barba de algodão. [e uns óculos de sol?]. vamos voltar. vamos ser crianças por mais um dia? vamos fazer tendas de lençóis e fortes de almofadas para tudo se destruir em dois passos e um rabo gordo desajeitado? vamos, só mais um dia. vamos ser crianças e comer gomas. Etiquetas: bem perto, ciclo vicioso, holiday, non-stopping-world . sexta-feira, outubro 21, 2011
fala para mim. diz-me que sim. diz-me que muda. diz-me que fica diferente. . um dia se responder bem, talvez não esteja a mentir quinta-feira, setembro 15, 2011
sempre que me perguntares como estou eu dizer-te-ei, normal. sempre que me perguntares o meu andar eu responder-te-ei, normal. a qualquer momento que me peças a verdade eu agarrar-me-ei à mesma palavra: normal. porque não é mentira, porque não é falsidade. porque não é nada e ao mesmo tempo é tudo o que te posso dizer. o abominável, o cliché, o enraivecido, gasto, mas verdadeiro normal.
. quinta-feira, setembro 01, 2011
real life scares me Etiquetas: bem perto, ciclo vicioso, non-stopping-world, perdidos, sem saber . questão de educação segunda-feira, agosto 29, 2011
em minha casa não tenho prioridade porque os outros são convidados na casa dos outros fico igual, porque os outros são da casa. e se puderem ainda me tratam como empregado. é errado pedir um pouco para mim?. a.w : edição quarta-feira, agosto 03, 2011
Etiquetas: bem perto, grow, novo, photobucket, sem saber . £ - 02 segunda-feira, julho 11, 2011
02 - manta If I kiss you If I call your name Will you turn around? Will it be the same? If I tell you I need you like they swim If you knew that Needing you like they breathe Is hard for me to take. If I could stop Saying all this ‘If’s’ Messing up with the ‘now’ Screaming out to the sound Oh, if I could watch you just for one more day Quiet as a manta ray. If I touch you If I say hello Will you cry it back? Will you let it overflow? If I think of you All the moments we should share If you could just Help me with all this unbearable Pain I have to bear If I could stop Saying all this ‘If’s’ Messing up with the ‘now’ Screaming out to the sound Oh, if I could watch you just for one more day Oh... I will stop Saying all this ‘If’s’ Messing up with my mind Leaving it all behind Oh, I will not watch you just for one more day But for all my life Your manta ray. Etiquetas: ?, bem perto, encontrados, ShanmuGham Road . holiday, oh holiday quinta-feira, junho 09, 2011
[texto longo que escreverei] . i will probably be there domingo, maio 22, 2011
trust in the meaning of life this can only be love trust the friends that we share, and the ones that we don't trust in me, trust in you over and over and over trust . a.s : lanche à meia lua do sol quarta-feira, março 30, 2011
Etiquetas: bem perto, photobucket, sem saber . sexta-feira, janeiro 28, 2011
noites tóxicas. cheiro a morte. Etiquetas: bem perto . do you ? sábado, janeiro 22, 2011
Please don't say we're done, when I'm not finished... Sometimes I still need you. há 6 minutos · · · Ver amizade | somewhere timeless ela face ![]() no where março 2009 abril 2009 julho 2009 agosto 2009 setembro 2009 outubro 2009 novembro 2009 dezembro 2009 fevereiro 2010 março 2010 abril 2010 maio 2010 junho 2010 julho 2010 agosto 2010 setembro 2010 outubro 2010 novembro 2010 dezembro 2010 janeiro 2011 fevereiro 2011 março 2011 abril 2011 maio 2011 junho 2011 julho 2011 agosto 2011 setembro 2011 outubro 2011 novembro 2011 dezembro 2011 janeiro 2012 fevereiro 2012 março 2012 abril 2012 maio 2012 junho 2012 julho 2012 agosto 2012 setembro 2012 outubro 2012 novembro 2012 dezembro 2012 janeiro 2013 fevereiro 2013 março 2013 abril 2013 maio 2013 junho 2013 julho 2013 agosto 2013 setembro 2013 outubro 2013 novembro 2013 dezembro 2013 janeiro 2014 |
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