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stay away
a matar pessoas , desde 21 de Março de 009 ![]() someone
![]() the eternal sunshine of the spotless mind, my clementine
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. I’m going to watch TV terça-feira, abril 02, 2013
I miss
watching TV. I miss the old songs of my childhood. I miss the big world my bed
would become every night, the battles I would face with my Alf. I miss Avril,
the old she. I miss not having conscience of nothing. I miss smiling truthfully
to everyone, I miss the unworried times I lived. I miss being a bad person and I
miss my mother telling me not to, now I can't be even if I try. I miss the
dreams my parents told me, I miss the opportunities that once I believed I had.
I miss going to sleep without worrying for the next day. I miss having as only
fear the dark and the gigantic centipedes under my bed. I miss making plans
without convincing myself quite immediately that those plans are childish and
unreal, like drawing my own house or writing the best-novel of the century. I
miss laying in my bed and just look emotionless to the colours of the cartoons of
Doraemon and Sakura. I miss not worrying about dating or romantic gestures, I
miss about not worrying if I didn’t like football while every other guy did. I
miss not worrying about losing my friends just because they get tired of me, or
because I’m following their dreams while they can’t, or just because I’m still
the single forever alone one and I cant just date random people. I miss eating
salty and butter cookies. I miss playing volleyball. I really miss the feeling
of worth, the feeling that somehow I could make the difference in the game. I
miss the daily practices that will never come back, and the weekly games I
would never get tired of. I miss my happy family at home. I miss the feeling I
had of home at my parents’ house. I miss watching movies. I miss watching old
time Disney classics and just travel with the magic of talking birds and flying
carpets. I miss the theatre. I miss the stage. I miss the applause of a good
performance, of the dream still dreamt, of the hopes still untouched. I miss
the wolf and the red riding hood, I miss the seven sins, I even miss the
phantom of the opera and what a piece of crap that was. I miss my pimples, I
miss having that excuse for being ugly. I miss the hopes I had to grow, to be
tall. I miss my happiness.
He said I’m
still young, I still have time; so lets start.
Etiquetas: bubbles, non-stopping-world . and after all, the mind is still there domingo, julho 15, 2012
I can't regret.
At this point of my life
I can't regret my decisions. I can't regret that decision. Regretting would mean
losing everything, everything I built to stand me straight, everything that is
supporting and lifting me everyday, pulling me out of bed every morning. And I
can’t regret that.
Regretting would mean
that I’d had to stop, I’d had to think, and we all know that’s a habit I can’t
go back to: “thinking”. Regret would mean that I would have to go back to the
start, as if everything I’ve worked for so far meant nothing. I would leave all
this out in the trash for nothing. For the hope of a bright future that I’m
afraid I’m not able to reach that way.
I’m not giving up on my
hopes. I’m definitely not giving up on my dreams. I’m just taking them with me
secretly in my pocket for when the time comes. A better opportunity.
That’s why I said that it
hurt. And it still hurts knowing that I’m a disappointment for you, for her,
for a lot of people that I truly care. It hurts me that you don’t understand,
that you don’t try to understand what this is all about. Because I thought you
did.
And for her
You can’t just stop
talking to me or tell me how much of a disappointment I am, or idiot, or
coward, or child, because of all of the past you ever had, I’m one of the few
that are left. One of the few that still tries to see the good old you.
You know they ask me why
do I still talk to you, after all that happened.
I’m going out of reasons.
Etiquetas: bem perto, ela, L, non-stopping-world . you don't love me, you don't care terça-feira, julho 03, 2012
You turned my life around and for that I am glad, oh
However much I love you, this love is getting bad.
Parece-me que os ultimos tempos saciaram o gosto de me ver em baixo. É o que dá quando a equação de gibbs dá negativa, significa que embora a entalpia possa ter sido negativa, a entropia multiplicada à temperatura foi soberana no sinal positivo que tomou o caos como certo. é isso que significa, sabes? os acontecimentos espontaneos são acompanhados por um aumento de entropia, um aumento da desordem natural, o aumento do caos. é isso que me ando a tornar, amor, no caos.
continuo sem perceber como é que ainda sobrevive a possibilidade de tu não conseguires perceber o quão extraordinariamente bonita és.
[texto inteligente]
Etiquetas: L, non-stopping-world . so, did it change anything? domingo, junho 03, 2012
podia dizer que sim. e disse, mas mudou alguma coisa? acho que se mudou foi para pior. não me agrada. não me agrada o barulho de um café cheio, abarrotado do movimento em dias que ressaco do pensar. refugiei-me na esplanada, realmente espinho até é uma cidade bonita, de baixo de todas as camadas de sujidade que as passagens oferecem a ver; estive a ouvir o mar, não quis fazer mais nada, apenas me sentar contrariando o movimento dos domingueiros e ouvir o mar soar o seu ritmo, irregular repetido som do encolher das ondas, do esticar das partículas, o sol na cara. silêncio, a minha definição de silêncio. e tudo esteve bem. nesses quarenta minutos em que ouvi o mar parecia estar tudo bem mesmo a pensar nos piores temas que a minha mente podia ter ido buscar. mas o telemóvel tocou, avisou as horas e obrigou-me o regresso a casa. e tudo voltou. eu acho que se o programa tivesse qualidade, haveria audiência. mas é uma meia hora demasiado particular para o gosto de qualquer um.
jellyfish
Etiquetas: algures no meio, L, non-stopping-world, sem saber . desculpa-me as possibilidades, o meu inconsciente está a tentar acabar com elas domingo, maio 27, 2012
deprime-me um bocado saber que quase um ano passou e eu não fiz nada. deprime-me aperceber-me de que outras conseguem fazê-lo numa semana como quem experimenta um sabor novo de gelado, e eu aqui com as minhas manias antigas de não conseguir fazer nada. um dia confessei-te que pensava haver mais na arte, e podias-te perguntar, porque não fazes como os outros também, ou porque não fazes aquilo em que acreditas e segues os velhos costumes? pois eu não faço porque sou covarde, sou criança, tenho medo da rejeição, acho que desde pequeno é o que mais me aflige. esforçava-me ao máximo para não ser rejeitado, evitava as situações, ou se me deparava com elas, arrumava-as bem fundo das prateleiras da minha biblioteca mental e continuava como se nada acontecesse. parece filme, mas em tempos mentiram-me de festas só para eu não comparecer, combinavam praias às escondidas e apenas me convidavam se eu estivesse por perto, rezando para que eu recusasse. tomava-me como uma coisa que por ali andava e que pouco queriam perceber. gozavam comigo pelo que eu sentia, pelo que eu dizia. e aqueles que em dias defendi, hoje viram-me as costas e repetem o habitual sim com poucas palavras nas conversas que eu tento impor à força. e por isso passou quase um ano sem eu fazer nada tudo para evitar a rejeição. é que depois de não fazer nada, ouço histórias inevitáveis que não me fazem feliz e que apenas me acordam para a realidade do que toda a vida fui, mesmo quando achei que era Etiquetas: L, mad world, non-stopping-world, respostas ao passado, sem saber . ela pôs-me assim quinta-feira, maio 10, 2012
Ias gostar dela sabes, Miss Literatura? Ela hoje relembrou-me o sonho, veio contar-me de umas candidaturas que o ano passado falhei por datas; veio-me prevenir que este ano ainda vou a tempo. Não sei o que fazer, tenho medo. estou terrivelmente assustado e não imaginas o quão absurdo isso é estando eu falar de teatro. Não sei se é bom, não sei se é mau, não sei se realmente oferecem uma bolsa como a minha irmã disse mas eu quero tentar, e custa-me tentar. Custa-me tentar e falhar. Lá diz que preciso de cultura geral sobre teatro, e eu não tenho nenhum. Preciso de outras tantas características que também me faltam, coisas que nunca trabalhei, coisas que se algum dia as consegui hoje prendo-me e hesito.
Estou assustado. Tenho medo de tentar aquilo que realmente gosto e falhar. Enquanto foi a medicina, falhar pouca tristeza me trazia, mas falando do sonho assalta-me o medo terrível de não saber fazer nada, nada de jeito, nada proveitoso.
Logo agora que já estava tão bem convencido dos meus próximos anos, logo agora veio-me relembrar o quanto dói ter um abismo em frente e sabermos não estar aptos a tomar tão grande salto para o outro lado do desfiladeiro.
Preciso de ti, e ao mesmo tempo acho que não. Não te percebo, nunca percebi. Mas preciso de ti, sim, nem que seja para te ler as poucas palavras que tanto dizem mas tão pouco me contam.
Eu quero tanto, e tenho tanto medo.
Ias gostar dela.
Etiquetas: mad world, non-stopping-world . and there are days like this domingo, abril 29, 2012
Sabes aquelas
pessoas que só de olhar sabe-se logo para o que foram talhadas? Elas falam de
um determinado assunto com aquela paixão inocente de um sonho alcançável,
nota-se o entusiasmo em cada vírgula de cada frase, as palavras têm outro
significado quando ditas por ela. As pessoas comentam que acham bem, que
gostam, que não há outro caminho possível. As pessoas veem que aquilo é a sua
paixão, é aquilo que as faz levantar mais cedo da cama do que desejável e
criar, curar, pintar, defender, jogar, construir, planear.
Apercebi-me
que quando falo da faculdade, falo sobre as personalidades que conheço,
as amizades que faço, sobre as memórias que crio. Não falo sobre química, não
falo sobre orgânica, não falo sobre artigos científicos que
Tenho medo
que depois seja tarde, tenho medo de me tornar naqueles velhos que abandonaram
os sonhos na comodidade de um emprego sustentável. Tenho medo de já não ter
aquele brilho que vejo nas gravações das minhas antigas atuações, aquela minha
alegria de mostrar ao público o que eu era capaz. Tenho medo de perder isso, de
deixar de saber fazê-lo, tenho medo de não aprender mais. Já nem a escrever
acho que me safo.
Tenho medo de
baixar a voz e ser esquecido.
Por vezes
pergunto-me se não estou a fazer um erro.
Por vezes
pergunto-me que merda de sapatos é que decidi calçar.
Etiquetas: boo, gustavo, non-stopping-world . i wasn't crying for you, i was crying for me terça-feira, março 27, 2012
i cried last night. Three years or more had passed since no tear reached
my face.
i cried last night and i'm not ashamed. It felt good. i just let it out, in the darkness, where no one could ever find out.
i cried because i could run no more, i couldn't pretend anymore, pretend
that everything was and is ok. Because it's not. All the thoughts came like a
wave, the lack of money, my parents unemployed, the next few years studying
hard, and then a few more to gather money for the dream, that
so-desirable-and-breathtaking dream of mine, my sister’s unreturned love, my
own unreturned – as ever –, my ridiculous way of being that they can’t love or
admit they ever did.
They ask me what they ought to do.
And who tells me what should i do?
i’m lost and wandering.
Etiquetas: encontrados, grow, non-stopping-world . and so this was christmas domingo, dezembro 25, 2011
estava com vontade de escrever e sentei-me ao computador. o formato do word aborreceu-me os olhos e o fulgor de uma fuga clandestina surgiu desensabido, desconsolado. o aquecedor solta-me o bafo de um inverno frio, um natal ao fim-de-semana (devia ser proibido) e um papel de embrulho por rasgar. quem me dera voltar ao tempo em que o pai natal vinha e eu agarrava-me à minha mãe cheio de medo enquanto a minha irmã esvaziava o saco sem dar tempo ao meu pai disfarçado de as distribuir. voltar ao tempo em que as caixas eram muitas por muito pouco que fossem chocolates, um baralho de cartas, uns lápis de cor. apetece-me gomas. apetece-me mesmo gomas. voltar ao tempo em que a lista que eu escrevia (se alguma vez escrevi uma a sério, pouco me lembro) se concretizava e os meus olhos brilhavam no final da noite, cansado, realizado a dormir abraçado aos macacos acrobatas, esse jogo envolvido na façanha de descobrir a falsidade do natal. bom jogo, diga-se. voltar ao tempo de não ter tempo para experimentar tudo numa noite, de jogar tudo em primeiro e ficar em primeiro e fazer tudo primeiro ao mesmo tempo. queríamos, sem saber, viajar no tempo. porque tudo era nosso, e o nosso era meu, porque éramos reis e rainhas do nosso reino, éramos donos do mundo, donos do céu e de tudo o mais, porque nunca nos passou pela cabeça que crescer é descer do pódio, é passar a príncipe (nem todos) e descer pela corte real até bater de cara no povo. quem me dera voltar ao tempo quando o pai natal podia concretizar qualquer desejo mesmo tendo um aspecto diferente todos os anos, e uma barriga de almofada, e uma barba de algodão. [e uns óculos de sol?]. vamos voltar. vamos ser crianças por mais um dia? vamos fazer tendas de lençóis e fortes de almofadas para tudo se destruir em dois passos e um rabo gordo desajeitado? vamos, só mais um dia. vamos ser crianças e comer gomas. Etiquetas: bem perto, ciclo vicioso, holiday, non-stopping-world . the strange kid that never leaves the swing domingo, outubro 09, 2011
sinto-me uma criança ali, entre todos os crescidos, sentado bem lá atrás do auditório com os pés a baloiçar pois não chego ao chão. vulnerável. exposto. caído no meio de população civilizada sendo eu um animal selvagem. uma criatura. uma criatura em fase de criança, é o que me sinto. é o que sou. bifásico. o nome que lhe quiserem chamar. a merda que quiserem disfarçar. bem no fundo. perdido e sozinho, rodeado de gente.
sentado. no fundo do auditório onde os pés não tocam no chão. Etiquetas: longe, non-stopping-world . i'm afraid of the world i'm in sexta-feira, outubro 07, 2011
medo, sim medo. muito medo. tolerável. inevitável. medo.
está na hora de cresceres, gustavo Etiquetas: longe, mad world, non-stopping-world, novo, perdidos . zero ao meio domingo, setembro 18, 2011
Não sei como fico. Não sei como estou. Ri-me, foi o que fiz. A minha
primeira reacção foi fazer aquilo que faço melhor, mostrando o cavalo, o
amarelo, o fugido. Deveria ter chorado? Se calhar era preferível, mas o meu
inconsciente continua em greve, recusa-se a fornecer as lágrimas que tanto peço.
Deveria ter ficado feliz? O mais provável é que não vá fazer nada este ano,
nada do que todos os outros vão fazer, nada do que é suposto fazer. Fico
triste? Um ano perdido? Sim, um ano mais longe. Sim, um ano mais perto. Acho que
se anula então. Acho que me anula então. É como estou: nulamente anulado. Não
sei o que fazer. Não sei o que posso fazer. Não sei o que me deixam fazer. Sim,
porque sei o que queria fazer, mas o mundo não deixa. Fico feliz? Não, já
disse. Fico nulo, à espera de acordar, à espera de me sentir vivo, à espera que
me doa, que me faça contorcer de não poder mais, que me leve a pular de
alegria.
Mas estou assim. Como sou. Como fui. Como sou.
Nulo.
Não sou filme com final feliz. Não sou filme sequer.
Etiquetas: algures no meio, non-stopping-world . quinta-feira, setembro 01, 2011
real life scares me Etiquetas: bem perto, ciclo vicioso, non-stopping-world, perdidos, sem saber . mais (h)-um-ano, menos dois quinta-feira, agosto 25, 2011
eu não tenho já dezoito anos, eu não fiz só dezoito anos. eu estou nos dezoito anos. tenho dezoito anos e cresci, tenho noção disso, mas no fundo no fundo continuo o mesmo. Etiquetas: algures no meio, grow, holiday, non-stopping-world, parabéns . £ - 03 segunda-feira, julho 18, 2011
03 – two thousand eight The words we spoke The time we spent Laughing in our fourth floor The laughs, the chips The light, the open door The photos and drawings On the goddess’ skin Our beautiful water Source of alcohol and gin Anything we had Everything we lost Take me back at any cost Oh, before the sun goes down Before it is too late Make the rain start And bring me my two thousand eight. Saying hello to the people We never met before Burning papers in the beach And always wanting more Tumbling between the waves Mixing chocolate and French Fries Playing with our band Making pancakes oversized Sliding through the corridor With pillows under us Our secret society The noise and the fuss Anything we had Everything we lost Take me back at any cost Oh, before the sun goes down Before it is too late Make the rain start And bring me back my two thousand eight.Etiquetas: ?, encontrados, non-stopping-world, respostas ao passado, ShanmuGham Road . exames segunda-feira, junho 20, 2011
exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, exames, 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exames, Etiquetas: ciclo vicioso, non-stopping-world . a.t : pouco passado, muito presente, nenhum futuro quinta-feira, junho 16, 2011
Etiquetas: algures no meio, non-stopping-world, photobucket . ff 0.9 # my biggest fear is growing up sábado, maio 28, 2011
tenho medo. sim, tenho medo. é um medo irracional de ficar sozinho, é um medo aterrorizador de falhar, de ser negado, de ser ainda mais rebaixado. é um medo do não, é um medo do sim, é o medo da incerteza das respostas que fico sem saber por não as querer saber, mas que na verdade, quero. tenho um medo impossível do falso, da mentira, do uso e do desuso nas coisas como objectos e dos objectos como coisas. é o medo das costas dos outros e das minhas próprias, é o fugir das outras e do peso das minhas. é um medo cuja derivada positiva tende para o mais infinito imparável. é o medo de crescer. the nerd with big glasses for(hundred)ever é um medo de não voltar a ganhar a coragem. trust in me, trust in you, trust in me, trust in you Etiquetas: algures no meio, encontrados, funny facts, gustavo, longe, non-stopping-world, parabéns . deprimências ~ terça-feira, março 15, 2011
parece que no dia em que acordas bem ou menos mal, todo o resto do mundo se levantou de cu para o ar ~ Etiquetas: ciclo vicioso, non-stopping-world . comunicação extra-pessoal domingo, março 13, 2011
acho fascinante a forma como as crianças comunicam. adoro a forma como se percebem com meias palavras, três quartos de gestos, uma troca de olhares. é surpreendente a maneira como se entendem. muito mais do que os adultos pensam, os mais novos sabem os amigos, sabe que aquele tira muitas catotas do nariz, sabe que a outra gosta de bonecas, sabe que o outro matou o cágado com comida a mais, percebe que aquele é gago, e que uns outros gostam de brincar com ele ao faz-de-conta intitulado inconscientemente de outra coisa qualquer. e no meio de tanta brincadeira, de risos, de gritos, de correrias, eles continuam a perceber-se. aos nossos olhos, não passam de crianças que não sabem o que fazem. mas eles bem sabem ao que brincam, o que são, com quem estão, e o que vão fazer. é realmente uma notável determinação e imaginação. eles têm noção da realidade, uma que nós abdicamos e substituímos por uma consciência mais pesada que a necessária. uma realidade bem diferente da nossa, mas têm. muitas vezes pergunto-me para onde foram essas características. espero não as ter perdido para sempre. Etiquetas: algures no meio, ciclo vicioso, non-stopping-world, perdidos, sem saber somewhere timeless ela face ![]() no where março 2009 abril 2009 julho 2009 agosto 2009 setembro 2009 outubro 2009 novembro 2009 dezembro 2009 fevereiro 2010 março 2010 abril 2010 maio 2010 junho 2010 julho 2010 agosto 2010 setembro 2010 outubro 2010 novembro 2010 dezembro 2010 janeiro 2011 fevereiro 2011 março 2011 abril 2011 maio 2011 junho 2011 julho 2011 agosto 2011 setembro 2011 outubro 2011 novembro 2011 dezembro 2011 janeiro 2012 fevereiro 2012 março 2012 abril 2012 maio 2012 junho 2012 julho 2012 agosto 2012 setembro 2012 outubro 2012 novembro 2012 dezembro 2012 janeiro 2013 fevereiro 2013 março 2013 abril 2013 maio 2013 junho 2013 julho 2013 agosto 2013 setembro 2013 outubro 2013 novembro 2013 dezembro 2013 janeiro 2014 dream always
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