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stay away
a matar pessoas , desde 21 de Março de 009 ![]() someone
![]() the eternal sunshine of the spotless mind, my clementine
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. domingo, dezembro 08, 2013
oito foi sempre o meu número preferido. tem piada, mas não chega a ser irónico.
. vou voltar ao saco dos pensamentos. domingo, dezembro 30, 2012
Gostei de andar iludido, não de ti, mas de que tudo viria a correr bem.
. terça-feira, dezembro 25, 2012
after all, I still know how to cry. I still can. e tinha de ser com a ajuda da minha querida família para eu ficar neste estado deplorável.
Etiquetas: boo . the source of life quinta-feira, dezembro 20, 2012
It's the moment they ask if you're ok and
you answer yes, but you keep staring at them begging silently for them to insist because you are a
second from falling apart.
O tempo passa e parece estar tudo na mesma, é como a crise.
“Não
sou um qualquer, sou único de nome Gustavo
E
como qualquer outro ser necessito, de (…)”
. sexta-feira, dezembro 14, 2012
i just i never thought how much it hurts. at least he was honest, i guess, but it' doesn't ease the pain. i guess it wasn't bad intentions. i guess is what everyone thinks, between other things.
and then i realize why i am how i am. Etiquetas: boo . “And I guess I realized at that moment that I really did love her. Because there was nothing to gain, and that didn't matter.” sexta-feira, novembro 30, 2012
E se eu disser que sim? Sempre foi esse o dilema, sempre foi essa a dúvida que nos deixou no lugar, talvez mais certa, talvez menos formada, mais realizada. Mudaria alguma coisa? A retórica com que nos desculpava-mos, a retórica onde nos escondemos na expetativa no primeiro passo alheio.
Quanto tempo demoraste a perceber que eu gostava de ti? Um dia? Duas horas? Dez minutos? Quinze segundos? Não pode ter demorado muito, não sou muito subtil quanto a isso, não que eu não o tente ser, porque é inevitável. Mas não vou aprofundar mais, já te contei a minha perspectiva do dia em que te conheci, pela segunda vez.
E é por isso que eu não te posso culpar de nada, só me posso massacrar a mim, por me ter massacrado. És bastante parecida com ela, sabes? A Miss Literatura. Não fazes nada que te comprometa, logo ninguém te pode julgar por quebrar promessas. Acho covarde, na realidade acho, mas sou criança demais para julgar covardias.
Não te posso culpar de nada porque tu nunca disseste que mudava, e perguntar-me se mudava aconteceu uma vez e rapidamente te arrependeste, nem deste tempo ao tempo de passar, como se aquele passeio tivesse sido algum acordo inquebrável se expirado. Como se soubéssemos o que estávamos a fazer.
Nunca deste a entender nada do que querias, se querias, mas eu continuei na esperança, e agora a reler as cartas torno-me ainda mais deprimente, relembro as incertezas e o receio de cada palavra que escrevi, como se fosse ainda hoje de manhã que tas tivesse escrito. Disseste sempre não ter as respostas, não ter as palavras, e quem te julga a ti olhando para mim?
Então, quanto tempo foi mesmo? Meio minuto? Após esse meio minuto não podias ter dúvidas da minha resposta à tua pergunta mas assim te mantiveste, calada, no teu canto. Usaste a pergunta como desculpa ao longo do ano e eu esperei, alimentei-me da esperança, com tudo o que me rodeava e rodeia acho que foi o melhor que pude fazer.
E isso chateia-me, mas a criança sou eu na verdade, os teus quinze anos atuais não enganam ninguém e a minha velhice já está desmascarada. Fui eu que sempre acreditei, como as crianças acreditam em finais felizes, tal como ainda acredito, estupidamente. É que por muito que eu te queira perder nas memórias é inevitável, já fazes parte da minha vida, seria estranho após tanto tempo não o fazeres, e eu ligo-me demasiado às pessoas para as conseguir perder.
Curiosamente vejo-me envolvido numa versão pobre de um romance daqueles que sempre apoiei e elogiei, aqueles que não têm um final feliz. Acho que nunca tinha imaginado como é que os intervenientes se sentiam realmente. Não tinha noção que era tão mau. E sinto-me ainda mais criança por ter a esperança de o conseguir mudar.
Só gostava que soubesses o que fiz este ano que nunca havia feito por alguém.
not sure what i pretended with this letter. maybe my hopes are finnaly caving in.
30 de Novembro de 2011
00,15
Criatura
. Cartas que nunca entrego (6) - i'm trying not to hate you domingo, novembro 25, 2012
i hate you. and i've been trying really hard not to, but as each day passes i hate you even more. faço tudo para que não aconteça sabes? luto a unhas e dentes contra este ódio que cresce, esta repulsão que sinto. tento fortemente ignorar o ataque da tua voz, o cinismo, a acusação de eu estar a seguir o teu sonho, como se fosse a minha vaga que te fizesse entrar. como se fosse eu a pedra no sapato que te deixou para trás num plano B. tento mesmo ignorar o teu olhar frio de desprezo, o teu ar de superioridade, porque sempre foste superior, tu é que sempre o quiseste. éramos quatro, lembraste quando éramos quatro? juntámo-nos despercebidamente, tu eras a cabeça da junção, a dos vintes e dezanoves que dizia fazer de tudo para entrar, para ir. depois havia a outra, a candy-azeite, que também rondava os altos. em baixo ficava eu, eu e ela, mas a ela nunca lhe tornaste as costas, pois sofre como tu a ver-me seguir o sonho que é vosso. a diferença é que ela nao me olha como tu, a diferença é que ela sabe que eu também sofro, e ela percebe porque é que eu sofro no seu sonho, tal como eu percebo porque é que muita gente do meu sonho sofre. curioso, nao achas? dos quatro apenas um entrou no objetivo. e a questão nem é essa, a questão é o teu nariz empinado. por um lado é bom, para ti é sem duvida bom, consegues sempre dar a volta as coisas, consegues puxar a sardinha sempre para o teu lado da brasa, consegues provar às pessoas que o que tu usas, o que tu fazes, o que tu escolhes é melhor do que a outra possibilidade, em qualquer coisa. mas também fazes isso às pessoas, e conseguiste-me convencer varias vezes que eras melhor do que eu. mas não és. e todos os dias eu aguentava o teu ar altivo, as tuas palavras distorcidas que me levavam a crer estar sempre no caminho errado. porque se vais diretamente é melhor, porque depois se tiveres outro curso primeiro é que é mais produtivo, porque a tua escolha era melhor do que a minha escolha o ano passado, só porque tu o fazias parecer extremamente dificil e eu o fazia parecer extremamente facil. porque o nao era. a minha prioridade apenas não era chatear-te de tão dificil que aquilo fosse. eu tento realmente ignorar isso, eu tentei, mas a cada dia agora mais distante me é mais dificil aguentar-te a cada vinda, aguentar as tuas palavras afiadas, os teus olhares agudos, os teus abraços que já não me abraçam. sinto toda a culpa posta nas minhas costas. sinto te longe. já não te sinto. mas eu continuo a tentar, mesmo que estejas a ser a merda de uma amiga eu tento, tudo porque as prometas que faço eu cumpro-as. e eu prometi continuar o mesmo, dentro dos possíveis, e manter-te perto. cumpre também a tua parte, por favor, não aguentarei mais tempo assim. sabes, tens sempre as palavras certas para me fazer sentir um monte de esterco. daí seres tão melhor do que eu a português, e a tudo. na matemática também era, nao era? és dotada para tudo. eu. Etiquetas: boo, cartas que nunca entrego . i am lost in my mind. quarta-feira, novembro 14, 2012
the moment when you hear someone died, or is close to the end and you can't stop thinking "what am i doing with my life? would i die happy if death stroke me right now, as i write this on my desk?"
crescer é esse exato momento em que enfrentamos o que não podemos evitar. é o saber a proximidade dela e mesmo assim olhar de frente, esperando que ela venha, que passe, e que nos leve o que não podemos agarrar a unhas e dentes. esperar que ela passe rápido. crescer é aguentar a sua visita que a cada ano se torna mais regular. é aguentar o seu caminho mesmo que ela se demore, vagarosa, sorrindo, como se lhe desse o prazer ficar a olhar-nos nos olhos enquanto nos rouba e continua sem nos tocar. é como se se alimentasse do sofrer, e crescer é alimentá-la de peito erguido, fortes, de pé. crescer é saber continuar, depois da sua vinda, depois da sua ida. é saber manter-se de cara erguida à chuva depois da morte se colocar nas costas. até à sua próxima visita.
i don't think so. correction. i know so. i wouldn't.
. terça-feira, outubro 30, 2012
there will be always a new chapter until the book ends.
and maybe, just maybe, if we are lucky enough we can meet again the ghosts of our past.
. and there are days like this domingo, abril 29, 2012
Sabes aquelas
pessoas que só de olhar sabe-se logo para o que foram talhadas? Elas falam de
um determinado assunto com aquela paixão inocente de um sonho alcançável,
nota-se o entusiasmo em cada vírgula de cada frase, as palavras têm outro
significado quando ditas por ela. As pessoas comentam que acham bem, que
gostam, que não há outro caminho possível. As pessoas veem que aquilo é a sua
paixão, é aquilo que as faz levantar mais cedo da cama do que desejável e
criar, curar, pintar, defender, jogar, construir, planear.
Apercebi-me
que quando falo da faculdade, falo sobre as personalidades que conheço,
as amizades que faço, sobre as memórias que crio. Não falo sobre química, não
falo sobre orgânica, não falo sobre artigos científicos que
Tenho medo
que depois seja tarde, tenho medo de me tornar naqueles velhos que abandonaram
os sonhos na comodidade de um emprego sustentável. Tenho medo de já não ter
aquele brilho que vejo nas gravações das minhas antigas atuações, aquela minha
alegria de mostrar ao público o que eu era capaz. Tenho medo de perder isso, de
deixar de saber fazê-lo, tenho medo de não aprender mais. Já nem a escrever
acho que me safo.
Tenho medo de
baixar a voz e ser esquecido.
Por vezes
pergunto-me se não estou a fazer um erro.
Por vezes
pergunto-me que merda de sapatos é que decidi calçar.
Etiquetas: boo, gustavo, non-stopping-world . e eu rio-me por fora, mato-o por dentro quinta-feira, março 22, 2012
tenho uma aversão especial por ele. existe algo nele ou é algo que a sua atitude emana que me deixa enojado pelo que ele é, pelo que ele representa. não faz muito tempo contaram-me uma história, daquelas verdadeiras e que deviam ter graça. eu não me ri, eu deprimi. o que é que ele tem? o que é que ele faz? se eu o acho sem valor, mas em vias de facto conseguiu mais do que eu, é porque ainda mais abaixo existe um patamar com o meu nome, destinado a nada mais nada menos do que a minha solidão. e cá aparece ele outra vez, mas neste caso ainda não me contaram uma história. e eu espero que nem me contem, só me faria aumentar o número de vezes que o mato mentalmente enquanto cumprimento com o olá indispensável. não lhe dou um tostão, e mesmo assim, consegue tudo o que quer. deve ser por isso que não vou com a cara dele, por aparecer sempre desta forma na minha vida, entre a minha vida. . tenho saudades de chorar. quinta-feira, julho 21, 2011
eles têm direito de ficar chateados, direito de responderem mal e de virarem as costas. ou porque é os estudos, ou as entradas para a faculdade, ou um ou outro amor. têm sempre a desculpa preparada para determinado comportamento, para determinado risco, para tantos erros. porque eles erram, porque eles têm a oportunidade de errar e não sofrem com as consequências, limitam-se a protegerem-se com as palavras das desculpas. e eu? não tenho direito a querer mandar vir com toda a gente sem que depois fiquem chateados? não tenho direito à compreensão da pressão que ninguém nota em mim? claro que pareço bem. claro que a capacidade de disfarçar têm se mostrado forte mas a enfraquecer. um dia não disfarçarei mais, e não terei as desculpas que os outros usam, pois será tarde, não terei a idade certa, não serei o momento certo. pois não tenho, auto-intitulei-me de burro quando decidi que iria fingir-me de alegre para toda a gente, quando a educação que me deram não me permite maçar os outros com os meus problemas. a mesma educação que me faz rebaixar, não me dar valor, sorrir mesmo dorido, levantar-me mesmo morto. a educação que pouca gente tem. a educação que eu gostava não ter tido. estou farto de guardar, estou farto de aguentar, de esconder, de não dizer. o bom da minha memória é que se vai esquecendo dos problemas tão rápido como eu fujo da morte. mas tal como ela, eles virão um dia, voltarão em peso, e como já disse, não terei desculpa. porque eles têm o direito de dizer merda bem alto na rua, de mandar foder quem se apareça, de mandar tudo para o caralho sem que lhes caia nada em cima. a minha raiva, educada, solta-se em forma de gargalhada alta, estridente, daquelas que toda a gente goza. os outros? mando-os com as alegrias que me faltam, e o resto? que se cuide, porque se mal digo, fico com pena. fui demasiado educado, e agora é-me difícil desaprender. uma pessoa não esquece que um mais um são dois, mesmo que queira. esta mesma educação que antes só me deixava chorar em privado, nem essa me regalia me oferece hoje. escondido de baixo dos lençóis, movo montanhas para que escorra uma única lágrima. arrependo-me do dia em que tive a merda da ideia de sorrir sem me queixar, de apoiar sem maçar. continua que estás bem, sem morrer, sem céu, Etiquetas: boo, ciclo vicioso, perdidos . cold old promisse to give terça-feira, maio 10, 2011
acho que já sei porque é que nao desabafo com ninguém. tenho medo que ao proferir as palavras no alto me aperceba da real situação em que me encontro. e por isso evito, e por finjo, e por isso está tudo bem. porque se eu ouvir as palavras não serei forte o suficiente para que as pernas me levantem outra vez. são as minhas pernas que têm de ganhar força. . i will remember your face let me be. let me go. let me stay. let me sing. let me away. let me dance. let me laugh. let me cry. Etiquetas: boo, ciclo vicioso, longe, perdidos, sem saber . é o sentirmo-nos impotentes segunda-feira, outubro 11, 2010
today... today i don't want to talk about it. Etiquetas: boo . a.d : boo domingo, outubro 10, 2010
Etiquetas: boo, photobucket somewhere timeless ela face ![]() no where março 2009 abril 2009 julho 2009 agosto 2009 setembro 2009 outubro 2009 novembro 2009 dezembro 2009 fevereiro 2010 março 2010 abril 2010 maio 2010 junho 2010 julho 2010 agosto 2010 setembro 2010 outubro 2010 novembro 2010 dezembro 2010 janeiro 2011 fevereiro 2011 março 2011 abril 2011 maio 2011 junho 2011 julho 2011 agosto 2011 setembro 2011 outubro 2011 novembro 2011 dezembro 2011 janeiro 2012 fevereiro 2012 março 2012 abril 2012 maio 2012 junho 2012 julho 2012 agosto 2012 setembro 2012 outubro 2012 novembro 2012 dezembro 2012 janeiro 2013 fevereiro 2013 março 2013 abril 2013 maio 2013 junho 2013 julho 2013 agosto 2013 setembro 2013 outubro 2013 novembro 2013 dezembro 2013 janeiro 2014 dream always
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