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stay away
a matar pessoas , desde 21 de Março de 009 ![]() someone
![]() the eternal sunshine of the spotless mind, my clementine
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. Cartas que nunca entrego (6) - i'm trying not to hate you domingo, novembro 25, 2012
i hate you. and i've been trying really hard not to, but as each day passes i hate you even more. faço tudo para que não aconteça sabes? luto a unhas e dentes contra este ódio que cresce, esta repulsão que sinto. tento fortemente ignorar o ataque da tua voz, o cinismo, a acusação de eu estar a seguir o teu sonho, como se fosse a minha vaga que te fizesse entrar. como se fosse eu a pedra no sapato que te deixou para trás num plano B. tento mesmo ignorar o teu olhar frio de desprezo, o teu ar de superioridade, porque sempre foste superior, tu é que sempre o quiseste. éramos quatro, lembraste quando éramos quatro? juntámo-nos despercebidamente, tu eras a cabeça da junção, a dos vintes e dezanoves que dizia fazer de tudo para entrar, para ir. depois havia a outra, a candy-azeite, que também rondava os altos. em baixo ficava eu, eu e ela, mas a ela nunca lhe tornaste as costas, pois sofre como tu a ver-me seguir o sonho que é vosso. a diferença é que ela nao me olha como tu, a diferença é que ela sabe que eu também sofro, e ela percebe porque é que eu sofro no seu sonho, tal como eu percebo porque é que muita gente do meu sonho sofre. curioso, nao achas? dos quatro apenas um entrou no objetivo. e a questão nem é essa, a questão é o teu nariz empinado. por um lado é bom, para ti é sem duvida bom, consegues sempre dar a volta as coisas, consegues puxar a sardinha sempre para o teu lado da brasa, consegues provar às pessoas que o que tu usas, o que tu fazes, o que tu escolhes é melhor do que a outra possibilidade, em qualquer coisa. mas também fazes isso às pessoas, e conseguiste-me convencer varias vezes que eras melhor do que eu. mas não és. e todos os dias eu aguentava o teu ar altivo, as tuas palavras distorcidas que me levavam a crer estar sempre no caminho errado. porque se vais diretamente é melhor, porque depois se tiveres outro curso primeiro é que é mais produtivo, porque a tua escolha era melhor do que a minha escolha o ano passado, só porque tu o fazias parecer extremamente dificil e eu o fazia parecer extremamente facil. porque o nao era. a minha prioridade apenas não era chatear-te de tão dificil que aquilo fosse. eu tento realmente ignorar isso, eu tentei, mas a cada dia agora mais distante me é mais dificil aguentar-te a cada vinda, aguentar as tuas palavras afiadas, os teus olhares agudos, os teus abraços que já não me abraçam. sinto toda a culpa posta nas minhas costas. sinto te longe. já não te sinto. mas eu continuo a tentar, mesmo que estejas a ser a merda de uma amiga eu tento, tudo porque as prometas que faço eu cumpro-as. e eu prometi continuar o mesmo, dentro dos possíveis, e manter-te perto. cumpre também a tua parte, por favor, não aguentarei mais tempo assim. sabes, tens sempre as palavras certas para me fazer sentir um monte de esterco. daí seres tão melhor do que eu a português, e a tudo. na matemática também era, nao era? és dotada para tudo. eu. Etiquetas: boo, cartas que nunca entrego . Cartas que nunca entrego (5) - i love every mood in you quinta-feira, outubro 25, 2012
(e por isso dedico-te o meu numero quinhentos, sejam de summer, sejam de chuva)
apercebi-me que nunca te tinha escrito um texto. escrever escrevi, o poema dos parabéns, entre outros recortes no conde naquelas tardes de chuva que tanto gostamos. mas nunca te escrevi uma carta, daquelas que eu nunca entrego. (costumam ser as melhores e mais verdadeiras, eu acho, talvez pela quase certeza de passar despercebida no meio dos textos, não que eu ache que não a venhas a ler, porque lerás). há momentos da nossa vida (a mim foi hoje enquanto relia algumas entradas deste meu canto de palavras quase esquecidas) em que ficamos com o medo terrível da perda, do fim prematuro, de tudo acabar antes de cumprirmos os nossos planos - mesmo para quem afirma não os ter. - eu tenho imensos planos, tu sabes disso, tu estás envolvida em muitos deles, atrevo-me até a dizer em quase todos, mesmo que não participes diretamente neles, tens de estar presente. um deles envolve um apartamento em londres com uma estante de filmes e um plasma gigante (o resto é secundário). e não consigo pensar num fim sem cumprí-los. e quando me refiro a um fim, não digo exclusivamente o "até já", digo mais e até o fim da vontade de lutar, o fim do esforço, o fim do sonho da fantasia que as minhas criações satisfazem. o fim de tentar mostrar que o caminho que tomo é igualmente bom, igualmente digno, e não covarde. e sempre que penso nisso penso em ti, penso em como tu me fazes manter essa esperança viva, essa vontade ardente em cada pergunta que me fazes, em cada palavra de interesse que desenvolves, em cada ideia que crias, mesmo que eu não a aceite. penso em ti por me ajudares a continuar, mesmo não concordando com o trilho em que estou, por me continuares a apoiar. e por isso agradeço-te. por seres como és, por me ajudares a dar mais um passo sem me esquecer do que me faz realmente feliz, por me fazeres continuar a viver, pois não podias fazer-me melhor. espero um dia ser capaz de o retribuir; um dia veremos londres e frança para educar os nossos sete filhos, incluindo o adotado. sempre aqui, Freak Etiquetas: bubbles, cartas que nunca entrego, parabéns . Cartas que nunca entrego (4) - amor, finge que não sabes que eu finjo esquecer-te quinta-feira, fevereiro 02, 2012
gostava de pegar em alguém e raptá-la. gostava de pegar nela e usá-la e abusá-la, ela que me aturasse, ela que me ouvisse.
gostava de pegar em alguém e dizer-lhe «finge que não me conheces, finge que não sabes de quem falo, finge que quando digo 'amor' não me refiro a ti».
aí começaria, talvez, com a coragem que me falta mas a vontade que tenho, a desabafar, a desabar - qual a diferença? - a deitar tudo o que sou, tudo o que fui, tudo o que penso. diria tudo o que deixei para trás, aquilo que não fiz, aquilo que devia ter feito, e aquilo que mudei e agora fiz para obter o mesmo resultado; não, amor, dizer que a culpa não é minha não é nem convincente nem menos devastador.
contaria os amigos que não consigo ver da mesma forma, que não consigo mostrar nada mais do que a cara de palhaço que sempre usei. mas eles pensam que sabem, que me decoram os traços e as rugas e os sinais mas não sabem nem metade do que o meu corpo esconde. nem de ti lhes falei. poucos os ouvidos que souberam ou sabem o teu nome.
talvez te falasse do volei, mas pouco te diria, quem sabe. dependeria do teu interesse, amor, também como dependeria do teu interesse falar do meu livro. não é isso que me pesa.
o que me puxa e enterra e arrasta é o futuro. oh, desse falar-te-ia tanto. dizer-te-ia que eu e ele não somos mais amigos. ele quer-me levar por um lado quando tudo o que eu gosto está pelo outro. e eu não posso fazer nada. parece fácil de fora, parece fácil na televisão [mas aí já toda a gente sabe que é fácil], parece simples para quem não vive, ou para quem tem dinheiro, ou não precisa dele.
eu preciso, é a mentalidade que nunca pensei a vir ter mas que agora parece prevalecer perante todas as outras personalidades. quero dinheiro. preciso de dinheiro, amor. não interessa que tenha de trabalhar e estudar mas preciso de dinheiro, de juntá-lo, guardá-lo para depois conseguir comprar uma viagem de regresso ao caminho que sempre desejei seguir. o da representação, ou da escrita, ou da arte, ou de tudo o que gosto e me faz realmente querer fazer alguma coisa. dizer-te-ia que até lá continuarei igual, inevitavelmente, com a mesma máscara de palhaço e que isso não me faz mais feliz; a máscara ficará suja, gasta, eventualmente, e terei de a tirar para a lavar - bonito será o dia.
podia pegar em alguém e assaltá-la com tudo isto e muito mais [nem sumário descreve o texto],
mas não o faço, amor, porque se eu pegasse em alguém, e por alguém digo também «tu», seria demasiado, porque eu falo demasiado, eu sou demasiado. demasiado aquilo que as pessoas não querem.
amor.
Etiquetas: cartas que nunca entrego, L, longe, perdidos, sem saber . the source . domingo, novembro 13, 2011
People are normally afraid of what they don't know,
what they don't understand. People usually hate those they can't reach and
catalogue with their own criteria. People like to be cozy and warm, surrounded
by all the plainness and simplicity.
I
happen to fall in love to what I don’t know, to what I can’t know.
I’m
not saying I’ll stop loving you when I finally get you. I’m just saying that it’s
not easy to not even have the slightest idea of your thoughts. Because the
others I know, from others I know what to expect, what they like, who they like
and what would it change if I treat them differently.
With
you I’m lost, and as much as I love to be wondering around I would seriously
prefer to have you by my side, telling me what you are, what you want, what you
like. If you like.
Then
I would be happy. Not because I would understand, but because I would have you by
my side. With me.
Etiquetas: cartas que nunca entrego, L, respostas ao passado . pathetic domingo, outubro 30, 2011
I’ve
been thinking about you for a long while now.
A
lot.
There’s
so much I would like to say and so little I can actually let out. There’s so
much I would like to do but I can't just give birth to those words. They’re too
big. And besides, only women give birth. I’m a man. A boy at least. A child, a
male and small, and coward child. That’s what I am. Ridiculous. Just ridiculous.
I
can only see you in my thoughts. That’s why you don’t get out of my mind. Is
the only way I can hear you giggle with yours shy and hesitating eyes staring
at me when I’m not looking.
It
may not be true, but that’s how you are in here; in this childish imagination.
Your image is turning out to be a mere consequence of my acts, of my lack of
courage. I’m pathetic.
I
like you. That I know. And I think I loved you, (and when I say loved I don’t
mean forever-love, I just mean unexplainable-unreasonable-and-unjustified-love),
at least for one brief moment of our days I loved you and I wished to jump off and
dive with my head but I didn’t, I couldn’t; I was still a child. I still am.
Maybe
I still love you, who knows?, but I don’t see you in a while and my mind is
getting used to not having you around. It doesn’t mean that it likes it, cause
it doesn’t; but it is too coward to call you back.
I
send you messages occasionally, hoping something will happen without me having
to do something.
It’s
what I do best. Wait. Waiting.
Waiting
to grow up and turn into a Man.
Etiquetas: cartas que nunca entrego, estranho, L . Cartas que nunca entrego (3) - a rapariga que sabe sexta-feira, julho 08, 2011
sabes? gostava de te levar a jantar. queria ter-te perto durante o tempo necessário até que me convencesse de que não vais embora tão cedo. adorava conseguir levar-te ao cinema nos meus anos, só nós os dois, um filme qualquer, não interessa. desde que fossemos sozinhos, longe. mas não posso. as fontes do necessário, os pilares dos salários que me sustentam estão em desequilíbrio constante. crescido como dizem que sou, ou que devo ser, tenho de compreender e agora tenho real noção, [lá tem de ser, não há escapatória], noção da realidade que um deles é fraco e o outro já se desgasta a meio, estando possivelmente a meio mês da total degradação. no outro dia, ele, um outro ele que conheci faz pouco tempo, um ele que até me dou bem para estranhar, disse-me correctamente que não nos devemos preocupar com o dinheiro e viver, mas refutei-o rapidamente, quem não tem dinheiro como pode gastá-lo? é impossível usufruir de algo que não se tem. acho que ele ainda não percebeu isso. mas sabias? sabias que te queria levar ao cinema e que não posso? sabias que talvez eu até junte dinheiro para que consiga? mas está difícil, e além desta falta, anda a fugir-me também a coragem. eu bem que tento ser impulsivo mas a minha mente consegue sempre pensar à velocidade da luz [e isto não é um elogio], bloqueando-me mesmo antes de eu começar. gostava de poder gritar que sim, gostava de poder cantar o que quero e que viesse mas suponho que isso só acontece a quem cante bem. não posso pedir por uma voz, fico feliz por ter uma, apesar de pouco ouvida. eu acho que sabias e que sabes. tenho quase a certeza. Etiquetas: algures no meio, cartas que nunca entrego, estranho, L . ? is this love sexta-feira, junho 24, 2011
penso nela. penso em estar com ela, coisa que nunca fiz. sinto o meu coração a entusiasmar-se em aviso, a deixar-me na expectativa de um aviso desaconselhado. eles gritam, dizem o que é amar. eu não sei, eu não faço ideia. mas sei que é diferente, sei que me faz sorrir, sei que me faz fugir. sei que não adianta. não adianta a realidade, mas adianta-me o sonho a fazer-me a esperança de que andava à procura quando achava que ela tinha ido embora de vez. sim, penso nela. vem-me à cabeça sem me eu aperceber e de tão pouco que sei tão muito gosto. tão tanto me encanta. tão menos me levanta. de qualquer das maneiras sinto que estraguei, sinto que exagerei, como sempre. extravagâncias, gustavices. imagine-se. sou demasiado tímido anyway. apesar de tudo, pensar nela faz-me sorrir, faz-me acreditar, faz-me sentir. sentir é bom. i find it kinf of funny, i find it kind of sad Etiquetas: cartas que nunca entrego, estranho, L, novo, sem saber . Cartas que nunca entrego (2) - a rapariga do novo corte de cabelo terça-feira, outubro 26, 2010
estavas sentada no meu lugar, quando fui fazer o meu pedido, quando fui parlar a minha sande de atum de um euro e meio e a coca-cola. não te conheci de início. estavas com um casaco lilás, penso, aos quadrados de todas as cores suaves, batidas pelo sol. não disse nada, não sabia quem eras. esperei que o lugar ficasse vazio. rapidamente te levantas-te, apercebeste-te que as pessoas por quem a e depois foste-te então embora. moravas mesmo ao perto do café. caminhas-te com a tua amiga, nenhum adeus. tu e o teu novo corte de cabelo.Etiquetas: cartas que nunca entrego, gustavo . Cartas que nunca entrego (1) - No momento a corajem, no pensamento a desilusão, no segundo o esquecimento e no minuto um não! segunda-feira, novembro 30, 2009
Vão tantas coisas na minha cabeça neste momento. Estou a ouvir aquela música dos Plain White T’s umas quantas vezes seguidas que já perdi a conta. A música faz-me sentir completo, a música faz-me lembrar de ti. Vou ser sincero, eu continuo a ouvir a música e ela continua a fazer-me pensar em ti; não é por tua causa que vou deixar de gostar da música. Não consigo sequer odiar-te – e acredita que já tentei; mas não consigo – quanto mais uma música tão gira… Tu bem sabes, e sim, continuas a ser a pessoa que melhor me percebe, que quando eu gosto de alguém, gosto mesmo, e isso também se aplica aos amigos. Também te sou sincero noutra coisa, eu tentei esquecer-te, substituir-te; mas ninguém consegue preencher o buraco que deixaste (é esse e o da Mónica Pinto). Nem imaginas o quanto me fazes falta. Eras aquela pessoa em quem eu confiava tudo e esperava que retribuísses. Acho que fiquei chateado quando começaste com essas merdas por me aperceber que não pensamos da mesma maneira, mas isso oi um erro meu; o que eu ainda não consigo esquecer são as promessas quebradas e o facto de teres cágado de alto para o que eu disse. Mas se queres saber, agora, neste preciso momento, era capaz de esquecer tudo para te ter de volta à minha rotina, para me sentir completo, mas sou demasiado orgulhoso para to dizer, depois de tudo o que disseste. Tudo o que eu esperava era que mudasses. Dei-te imenso tempo, mas isso não aconteceu. Então, falei contigo; disse tudo o que tinha a dizer e quando pensei que finalmente me ouvias, fazes-me o que fizeste no dia a seguir à conversa. Foi mesmo cuspir-me na cara que a minha opinião não valia nada. Penso que nem imaginas o quanto me magoaste. (lamechas; eu sei) Mas os dias passam insatisfeitos e ninguém é capaz de fazer tudo o que fazias por mim, mesmo sem querer. E a mim já não me consolam apenas as memórias. Continuo a não conseguir odiar-te. Quando eu digo as coisas, e prometo um ‘para sempre’, eu realmente quero dizer para sempre, mesmo tendo a noção que ‘sempre’ é demasiado tempo. Tentei ajudar; ser um bom amigo. Depois, sem te aperceberes, punha-te na minha posição e tu davas respostas como “eu tentaria ajudá-lo ao máximo nem que ele me odiasse”. Pois bem, eu tentei. Não consegui. Nem com chantagem foste lá, talvez por saberes que eu nunca seria capaz de contar à tua mãe. Tentei ignorar, falar. Nada deu resultado. O último recurso foi odiar-te. Fracassei; já disse, é impossível odiar-te depois de tudo que passei contigo. E por isso – justificando o título – tudo o que eu queria para o natal eras tu. Não quero jogos, nem filmes nem o plasma nem LONDRES!, vê só. Neste momento apenas quero-te a ti de volta para criar novos momentos para recordar. Suponho que se não sou eu a dar o primeiro passo, ninguém se renderá. Eu estou disposto a levantar a bandeira branca desde que prometas mudar e provar que ainda posso confiar em ti. “Tell me that I’m special even when I know I’m not” “All I want for Christmas is you” Gustavo Taz (as coisas deixam de fazer sentido no momento em que as relemos, mas a promessa continua lá) Etiquetas: cartas que nunca entrego, gustavo somewhere timeless ela face ![]() no where março 2009 abril 2009 julho 2009 agosto 2009 setembro 2009 outubro 2009 novembro 2009 dezembro 2009 fevereiro 2010 março 2010 abril 2010 maio 2010 junho 2010 julho 2010 agosto 2010 setembro 2010 outubro 2010 novembro 2010 dezembro 2010 janeiro 2011 fevereiro 2011 março 2011 abril 2011 maio 2011 junho 2011 julho 2011 agosto 2011 setembro 2011 outubro 2011 novembro 2011 dezembro 2011 janeiro 2012 fevereiro 2012 março 2012 abril 2012 maio 2012 junho 2012 julho 2012 agosto 2012 setembro 2012 outubro 2012 novembro 2012 dezembro 2012 janeiro 2013 fevereiro 2013 março 2013 abril 2013 maio 2013 junho 2013 julho 2013 agosto 2013 setembro 2013 outubro 2013 novembro 2013 dezembro 2013 janeiro 2014 dream always
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