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stay away
a matar pessoas , desde 21 de Março de 009 ![]() someone
![]() the eternal sunshine of the spotless mind, my clementine
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. my house is a mess once more. domingo, dezembro 23, 2012
e escrever para o computador já não me sabe ao mesmo depois de tantas cartas. habituei-me a um vício pouco saudável que bem sabia terminar em breve. e agora custa, não ter destinatário, saber que por muito mais que espere não voltarei a comparar as nuvens no céu com animais deitados na mesa branca do liceu que foi destruída, aquela mesa ao lado do arco-íris de azulejo e da árvore que no outono pintava-se de amarelo e cor-de-laranja, sim, aquela na qual eu tirei fotografias, sim, naquela minha fase do acne.
apesar disso, voltava para lá. Etiquetas: L, perdidos, respostas ao passado, sem saber . domingo, dezembro 09, 2012
Ontem estava a ver uma série, não me lembro bem qual, onde duas pessoas se iam casar. Agora fiquei a matutar sobre o nome da série mas não me lembro mesmo. Mais tarde talvez o nome me venha a cabeça. Estava eu então a ver a série onde duas pessoas se iam casar e chegaram à parte dos votos, e realçou-se o facto de que eles escreveram os seus próprios votos. O que me levou a pensar se eu escreverei os meus votos, ou se me casarei sequer, se ela quiser, eu não faço questão. Depois imaginei se ela fazia, imaginei se ela quereria e imaginei-me no altar, de fato que nunca usei, em frente a um padre que nunca credibilizei, numa igreja que nada me diz em frente aos familiares que não tenciono convidar, e ri-me ao aperceber-me que todos os meus votos, (se fossem para ti, e se a minha vida fosse daqueles filmes lamechas), se resumiriam a uma pergunta condicional.
"E se eu disser que sim, mudaria alguma coisa?" . terça-feira, outubro 30, 2012
there will be always a new chapter until the book ends.
and maybe, just maybe, if we are lucky enough we can meet again the ghosts of our past.
. sábado, outubro 27, 2012
why can't the guy be the fucked up one?
. £ - 13 sábado, junho 09, 2012
13 – the end
It’s not my fault that I love you
It’s not my fault that I care
You
are so beautiful you make
The
world unbalanced, unfair.
It’s not my fault that I met you.
It’s neither my fault that you smiled
We
said “what if” and we wrote letters
Like
lone-souls and kept for a long while.
There
were words more than days
Metaphors
within the phrases
We
told, without compunction.
There
were hiding secret meanings
Cowards
with and out the feelings
We
knew not how to function.
We
said everything we said nothing
All
is right, and all needs emend
We
could be, we were, we still can
Today
is not the end.
Today
is not the end.
It’s not my fault that my eyes caught your sight
Not
my fault you don’t leave my mind.
I
could cross lands and skies
But
you’re everything I wanted to find
It’s not my fault that I love you.
You
didn’t leave me any other choice.
It’s neither my fault that my heart trembles
When
watching you hugging other boys.
Now
there’s days more than words
Blanks
you give me till it hurts
No
mercy, is this our fate?
Pointless
secrets buried deep
Courage
flaming underneath
Hoping
silently it’s not too late.
We
said everything we said nothing
All
is right, and all needs emend
We
could be, we were, we still can
We
could be, we still can be, trust me darling
Today
is not the end.
Today
is not our end.
Etiquetas: algures no meio, L, sem saber, ShanmuGham Road . so, did it change anything? domingo, junho 03, 2012
podia dizer que sim. e disse, mas mudou alguma coisa? acho que se mudou foi para pior. não me agrada. não me agrada o barulho de um café cheio, abarrotado do movimento em dias que ressaco do pensar. refugiei-me na esplanada, realmente espinho até é uma cidade bonita, de baixo de todas as camadas de sujidade que as passagens oferecem a ver; estive a ouvir o mar, não quis fazer mais nada, apenas me sentar contrariando o movimento dos domingueiros e ouvir o mar soar o seu ritmo, irregular repetido som do encolher das ondas, do esticar das partículas, o sol na cara. silêncio, a minha definição de silêncio. e tudo esteve bem. nesses quarenta minutos em que ouvi o mar parecia estar tudo bem mesmo a pensar nos piores temas que a minha mente podia ter ido buscar. mas o telemóvel tocou, avisou as horas e obrigou-me o regresso a casa. e tudo voltou. eu acho que se o programa tivesse qualidade, haveria audiência. mas é uma meia hora demasiado particular para o gosto de qualquer um.
jellyfish
Etiquetas: algures no meio, L, non-stopping-world, sem saber . desculpa-me as possibilidades, o meu inconsciente está a tentar acabar com elas domingo, maio 27, 2012
deprime-me um bocado saber que quase um ano passou e eu não fiz nada. deprime-me aperceber-me de que outras conseguem fazê-lo numa semana como quem experimenta um sabor novo de gelado, e eu aqui com as minhas manias antigas de não conseguir fazer nada. um dia confessei-te que pensava haver mais na arte, e podias-te perguntar, porque não fazes como os outros também, ou porque não fazes aquilo em que acreditas e segues os velhos costumes? pois eu não faço porque sou covarde, sou criança, tenho medo da rejeição, acho que desde pequeno é o que mais me aflige. esforçava-me ao máximo para não ser rejeitado, evitava as situações, ou se me deparava com elas, arrumava-as bem fundo das prateleiras da minha biblioteca mental e continuava como se nada acontecesse. parece filme, mas em tempos mentiram-me de festas só para eu não comparecer, combinavam praias às escondidas e apenas me convidavam se eu estivesse por perto, rezando para que eu recusasse. tomava-me como uma coisa que por ali andava e que pouco queriam perceber. gozavam comigo pelo que eu sentia, pelo que eu dizia. e aqueles que em dias defendi, hoje viram-me as costas e repetem o habitual sim com poucas palavras nas conversas que eu tento impor à força. e por isso passou quase um ano sem eu fazer nada tudo para evitar a rejeição. é que depois de não fazer nada, ouço histórias inevitáveis que não me fazem feliz e que apenas me acordam para a realidade do que toda a vida fui, mesmo quando achei que era Etiquetas: L, mad world, non-stopping-world, respostas ao passado, sem saber . £ - 08 terça-feira, abril 10, 2012
08 – more than you
can lift
Oh I tried to go away
I tried to say goodbye
But every second you
come
Right back into my eye
I try to change the
name
To show the courage I have
not
I know it don’t seems much to you
But I have grown a lot
And I have to face reality
With everything I can
It’s sad to know the truth
Together won’t be happy end
‘Cause I can't make you love me
I can't turn your mind
But you cannot blame me
For trying one more
time
I can’t whine and grumble
I know every breath’s a gift
But after all, at the
end of the day
I’m more than you can lift
Who knows one day you’ll want me back
And I may not be here
I plan to go away
someday
When I get over the
fear
I know I am leaving
I just don’t know the day
So don’t you want to ask everything
While I’m not away?
It would not change
much, I guess
But it would make me
smile
Forget the sad certainty
And be happy for a
while
‘Cause I can't make you love me
I can't turn your mind
But you cannot blame me
For trying one more
time
I can’t whine and grumble
I know every breath’s a gift
But after all, at the
end of the day
I’m more than you can lift
Etiquetas: ?, [espamos], bem perto, L, sem saber, ShanmuGham Road . depois queixam-se que se perde o contacto quinta-feira, abril 05, 2012
acho piada àqueles que se deixam ficar no seu canto, sossegados, sem chamar a atenção, sem dizer nada à espera que as pessoas se lembrem deles, se lembrem de mandar uma mensagem a perguntar se está tudo bem, ou a ligar porque anda desaparecido. não adianta questionar a sua forma de vida, não adianta apontar o sítio onde se escondem pois defendem-se sempre da mesma forma. "quero saber quem se lembra de mim, quem sente a minha falta, e por isso espero que falem comigo em vez de andar atrás das pessoas". e os outros? e aqueles que nunca se puderam dar ao luxo de esperar para dar notícias a quem quisesse ouvir? quando sabem eles que fazem falta a alguém? se fazem falta a alguém? se alguém se importa... acho piada a essas pessoas que esperam. eu nunca pude esperar. eu nunca soube, nunca sei. acho estranho até quando me dizem que até me querem por perto. acho piada a essas pessoas que me deixaram com maus hábitos. . why not ? segunda-feira, abril 02, 2012
you're scared. i'm scared. let's be scared together. eu não. domingo, abril 01, 2012
Se hoje for o último dia, disseste-me tudo o que precisavas?
. estranho prazer o dela, não? domingo, março 11, 2012
Vi-a de manhã bem
cedo enquanto as cortinas fugiam das minhas mãos no vento. O desconforto que
transmitia ali parada, hirta, trabalho na mão, expectante. Faltava pouco, é a
única coisa que ouvia da sua falta de respiração, da presença daquele silêncio
que mata só de se ouvir, ouvir o nada. Era o mal-estar agravante na sua falta
de expressão, do seu capuz negro, a face escondida, a identificação incógnita
mas tão fácil reconhecida.
Preparei as
malas, juntei todo o pouco que resta de mim no saco de negócios e saltei pela
janela. Tentei apressar o meu velho passo para que a estrada não se fizesse
longa. Mas qualquer que fosse a velocidade, qualquer que fosse o caminho, ela acompanhava-me
serena, foice erguida, pousada, manga comprida, mão sem vista.
Caminhei até não
poder mais por aquele deserto sem vivalma, gastei a sola do que restava da
minha vida, arranquei de mim tudo o que me sobrava, mas não valia a pena, a
hora estava quase a chegar.
Cansei de correr
no sol, corrida de um homem velho de rugas carregadas e costas doentes.
Sentei-me na berma da estrada vazia e abriguei-me na sombra de um cacto, ela manteve-se
de pé, ainda mais preta com o sol fatigante. Limpei o suor com um lenço de
bolso, confirmei as horas quase certas da tarde no relógio da mesma origem e inspirei
fundo. Meu amor, aqui estou. Não há volta a dar.
Ela aproximou-se
um pouco, mostrou a mão ossuda, devorada pelo sofrimento de uma morte
constante, de uma dor permanente, esticou-a na minha direcção e eu fechei os
olhos, um último golpe de ar fresco, uma última fotografia do céu azul.
Senti a dor do
seu toque na testa, esta pele que de lisa nada resta, seca, o relevo de todos
os anos contigo, meu amor.
Não morri, não
podia morrer, ainda não era a altura.
Trouxe-me uma
mensagem tua, assustou-me com a óbvia sentença de morte a que nos sujeitamos
antes de sequer saber assinar o acordo.
Avisou-me de que
ia morrer, amor.
Um dia.
. a ironia da palavra, amor quinta-feira, março 08, 2012
Vi uma chama a arder ao longe. Vi
um corpo a fugir do fogo, a arder na corrida do desespero pela salvação, a
brasa do último sentido, as pernas a mastigar o chão como um último suspiro
antes do derradeiro grito que já não sai. As cordas vocais já não vibram a
emoção do som que joga no latente a morrer, a renascer como uma Fénix. Uns braços
que se erguem, o que sobra deles, o negro, as cinzas ao vento, o tecido contorcido
no chão fruto de uma maldição, a tentada maldição do prazer, a curiosidade pelo
fogo, pelo simples facto de arder, de consumir oxigénio, de consumir e torná-lo
seu, utilizá-lo e gastá-lo a seu bem proveito, tomar a sua posse, exagerar
dele, senti-lo na combustão de um último beijo. É o furto da emoção de um
toque, é o corpo que não arrefece, a pressão que não acalma os nervos que se expõem
descobertos, vulneráveis na chama de uma suposição ignorada, é a respiração
ofegante, a garganta inchada, tapada nos gases que nos intoxicam. Tóxico o
vício de querer mais, de querer mais um passo, mais uma data de músculos a
pisar o solo, aquele que os olhos já não vêem, apenas para sentir o desgraçado
deleite de mais umas células em decomposição, mais uns reais ossos no
despedaçamento da alma que já não pensa. É o avançar para não cair, para não
parar, parar é morrer, parar é cortar o oxigénio, é abafar o sopro da chama; há
que correr, fugir, dois passos, só mais dois e depois outro, preciso de
oxigénio, é a necessidade dele para o queimar, para a combustão que me faz
sentir vivo, desejado, possuído pela completa plenitude de um rasgão que me faz
cair, que me pende na possibilidade de mais um quarto, mais um espaço para possuir,
apenas mais uma extensão do meu fogo.
Ardo por ti, amor.
sail ' awolnation
. why do I only try after getting interested? quinta-feira, fevereiro 02, 2012
i keep doing things wrong. first give it at try, then see if it's interesting. Etiquetas: ciclo vicioso, perdidos, sem saber . Cartas que nunca entrego (4) - amor, finge que não sabes que eu finjo esquecer-te
gostava de pegar em alguém e raptá-la. gostava de pegar nela e usá-la e abusá-la, ela que me aturasse, ela que me ouvisse.
gostava de pegar em alguém e dizer-lhe «finge que não me conheces, finge que não sabes de quem falo, finge que quando digo 'amor' não me refiro a ti».
aí começaria, talvez, com a coragem que me falta mas a vontade que tenho, a desabafar, a desabar - qual a diferença? - a deitar tudo o que sou, tudo o que fui, tudo o que penso. diria tudo o que deixei para trás, aquilo que não fiz, aquilo que devia ter feito, e aquilo que mudei e agora fiz para obter o mesmo resultado; não, amor, dizer que a culpa não é minha não é nem convincente nem menos devastador.
contaria os amigos que não consigo ver da mesma forma, que não consigo mostrar nada mais do que a cara de palhaço que sempre usei. mas eles pensam que sabem, que me decoram os traços e as rugas e os sinais mas não sabem nem metade do que o meu corpo esconde. nem de ti lhes falei. poucos os ouvidos que souberam ou sabem o teu nome.
talvez te falasse do volei, mas pouco te diria, quem sabe. dependeria do teu interesse, amor, também como dependeria do teu interesse falar do meu livro. não é isso que me pesa.
o que me puxa e enterra e arrasta é o futuro. oh, desse falar-te-ia tanto. dizer-te-ia que eu e ele não somos mais amigos. ele quer-me levar por um lado quando tudo o que eu gosto está pelo outro. e eu não posso fazer nada. parece fácil de fora, parece fácil na televisão [mas aí já toda a gente sabe que é fácil], parece simples para quem não vive, ou para quem tem dinheiro, ou não precisa dele.
eu preciso, é a mentalidade que nunca pensei a vir ter mas que agora parece prevalecer perante todas as outras personalidades. quero dinheiro. preciso de dinheiro, amor. não interessa que tenha de trabalhar e estudar mas preciso de dinheiro, de juntá-lo, guardá-lo para depois conseguir comprar uma viagem de regresso ao caminho que sempre desejei seguir. o da representação, ou da escrita, ou da arte, ou de tudo o que gosto e me faz realmente querer fazer alguma coisa. dizer-te-ia que até lá continuarei igual, inevitavelmente, com a mesma máscara de palhaço e que isso não me faz mais feliz; a máscara ficará suja, gasta, eventualmente, e terei de a tirar para a lavar - bonito será o dia.
podia pegar em alguém e assaltá-la com tudo isto e muito mais [nem sumário descreve o texto],
mas não o faço, amor, porque se eu pegasse em alguém, e por alguém digo também «tu», seria demasiado, porque eu falo demasiado, eu sou demasiado. demasiado aquilo que as pessoas não querem.
amor.
Etiquetas: cartas que nunca entrego, L, longe, perdidos, sem saber . falling in [?] quinta-feira, janeiro 12, 2012
don't cry, just come and catch me. i feel the wind. it makes me believe i can fly. but we both know it's not true. it's not raining, but i think it will start before the end. it always does. remeber the promisses? remeber the words that went out of you mouth so easily? whenever i fall. wherever i fall. i didn't say goodbye. i didn't left any letter or explanation. i don't need one, because you will keep your promisse. you will come, like you ever did. it's cold. the wind goes by too fast. i can't breathe. it's the last breath. it's the last word before you arrive. when you arrive. open your arms. i missed you. and i've missed you since the day you've gone. don't cry. just come and catch me. . and a new one just begun ~ segunda-feira, janeiro 02, 2012
it's like when you go to a store and you want to buy something but you don't have enough money. you wait. you go home and save money for that thing that you liked. but when you get enough money, when you go back to the store, the thing you wanted to buy was already taken by someone and you'll never see it again. now let's pretend that when i say «money» i mean «courage», and that when i say «thing you want to buy» i mean «the person you like». would you let it go away? would you raise money faster? Etiquetas: algures no meio, L, sem saber . and what have I done? quinta-feira, dezembro 29, 2011
- don't you think you deserve better? - does it matter, beeing you the one I love? . take a chance on me domingo, dezembro 25, 2011
- don't you think I deserve better?
- sure... but I want those "better persons" to go fuck them selves because I love you.Etiquetas: algures no meio, L, sem saber . terça-feira, novembro 15, 2011
overthinking kills bugs called ozone and makes clouds cry ~somewhere timeless ela face ![]() no where março 2009 abril 2009 julho 2009 agosto 2009 setembro 2009 outubro 2009 novembro 2009 dezembro 2009 fevereiro 2010 março 2010 abril 2010 maio 2010 junho 2010 julho 2010 agosto 2010 setembro 2010 outubro 2010 novembro 2010 dezembro 2010 janeiro 2011 fevereiro 2011 março 2011 abril 2011 maio 2011 junho 2011 julho 2011 agosto 2011 setembro 2011 outubro 2011 novembro 2011 dezembro 2011 janeiro 2012 fevereiro 2012 março 2012 abril 2012 maio 2012 junho 2012 julho 2012 agosto 2012 setembro 2012 outubro 2012 novembro 2012 dezembro 2012 janeiro 2013 fevereiro 2013 março 2013 abril 2013 maio 2013 junho 2013 julho 2013 agosto 2013 setembro 2013 outubro 2013 novembro 2013 dezembro 2013 janeiro 2014 dream always
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