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stay away
a matar pessoas , desde 21 de Março de 009 ![]() someone
![]() the eternal sunshine of the spotless mind, my clementine
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. and after all, the mind is still there domingo, julho 15, 2012
I can't regret.
At this point of my life
I can't regret my decisions. I can't regret that decision. Regretting would mean
losing everything, everything I built to stand me straight, everything that is
supporting and lifting me everyday, pulling me out of bed every morning. And I
can’t regret that.
Regretting would mean
that I’d had to stop, I’d had to think, and we all know that’s a habit I can’t
go back to: “thinking”. Regret would mean that I would have to go back to the
start, as if everything I’ve worked for so far meant nothing. I would leave all
this out in the trash for nothing. For the hope of a bright future that I’m
afraid I’m not able to reach that way.
I’m not giving up on my
hopes. I’m definitely not giving up on my dreams. I’m just taking them with me
secretly in my pocket for when the time comes. A better opportunity.
That’s why I said that it
hurt. And it still hurts knowing that I’m a disappointment for you, for her,
for a lot of people that I truly care. It hurts me that you don’t understand,
that you don’t try to understand what this is all about. Because I thought you
did.
And for her
You can’t just stop
talking to me or tell me how much of a disappointment I am, or idiot, or
coward, or child, because of all of the past you ever had, I’m one of the few
that are left. One of the few that still tries to see the good old you.
You know they ask me why
do I still talk to you, after all that happened.
I’m going out of reasons.
Etiquetas: bem perto, ela, L, non-stopping-world . quinta-feira, novembro 24, 2011
hoje estavas lá, sonhei que estavas a falar com ela. hesitei, dei um passo em frente e recuei. não tive coragem. Etiquetas: ciclo vicioso, ela, L, perdidos . começo bem ~ is that all right? terça-feira, junho 07, 2011
é aquela raiva que não se consola. é aquela raiva que não me deixa fazer nada. impede-me de me levantar sequer para tentar abrir o livro e estudar para amanha, impede-me de ler o que quero, mesmo sem relações com esta merda de escola que está a acabar. impede-me de desenhar, impede-me de cantar. não me permite pensar, não me permite falar, não confio em ninguém o suficiente para que a raiva possa ser amenizada. é uma que me impede de sorrir verdadeiramente por mais piadas que me cruzem. impede-me de querer ver televisão, impede-me de querer tentar ser alguma coisa. é uma raiva que me torna impotente, inútil, sem necessidade para alguém ou para alguma coisa. tira-me tudo o que eu acreditava, tira-me o que eu achava ser e que achava ter de especial. tira-me o propósito de ver o propósito em andar, em continuar, em manter-me de pé. tira-me as forças que me erguem, tira-me a vontade de emitir sons que não gritos, tira-me a vontade de mexer controladamente. se me mexo, ou parto, ou fodo, ou mato. tira-me o ar, tira-me as lágrimas, não saem, já não sai som, já não sai vontade. levaram-na para voar, aquela levou-a para voar, puta. vadia. meretriz da ignorância viva e da ingenuidade e hipocrisia que se pode haver. é esta raiva que não me deixa escrever. é esta que começa a degradar-se em merdas de biologia, em tristeza que consome as letras que nem sei como saem. arranca-me o olhar, arranca-me o brilho que ela me disse ter, ela que desapareceu, que goza comigo agora. ela que não volta. arranca-me tudo, deixa-me o tudo quando é nada. é a raiva que me prende o pensamento, que me deixa perdido, ainda mais perdido. é a raiva que me torna ainda mais complexo e sem interesse do que já sou. transforma-me na normalidade da falta de factos, porque a puta manda, a rua é dela, o chulo não lhe dá sexo, ela fode quem pode. são duas ou três que se juntam, são quatro ou cinco que acasalam, são seis ou sete que me corroem, são oito ou mil que me fazem cair, dormir, querer não sair, querer não falar, querer não ficar. são raivas que me deixam assim, desesperado por letras que me drogam e me contaminam o sangue aliviado. são raivas de cortes sem analgésicos, que só fico a escrever porque mais nada consigo fazer. mais nada consigo sair, não falo, não mexo, não olho. são raivas que me fazem desistir. desistir de ti, de eles, de todos, de mim. desistir do sonho. não. não está tudo bem. Etiquetas: ~, ciclo vicioso, ela, longe, perdidos . sexta-feira, março 25, 2011
dizes que não vou atrás de ti mas procuro-te todas as noites no escuro. pareces feliz sem mim se calhar devia ser também . a.p : brinca na chuva comigo ~ domingo, março 06, 2011
Etiquetas: ela, estranho, photobucket, sem saber . ela sexta-feira, fevereiro 18, 2011
You are mine now So now you don't ever have to leave You've been found out So now you'll never explore... somewhere timeless ela face ![]() no where março 2009 abril 2009 julho 2009 agosto 2009 setembro 2009 outubro 2009 novembro 2009 dezembro 2009 fevereiro 2010 março 2010 abril 2010 maio 2010 junho 2010 julho 2010 agosto 2010 setembro 2010 outubro 2010 novembro 2010 dezembro 2010 janeiro 2011 fevereiro 2011 março 2011 abril 2011 maio 2011 junho 2011 julho 2011 agosto 2011 setembro 2011 outubro 2011 novembro 2011 dezembro 2011 janeiro 2012 fevereiro 2012 março 2012 abril 2012 maio 2012 junho 2012 julho 2012 agosto 2012 setembro 2012 outubro 2012 novembro 2012 dezembro 2012 janeiro 2013 fevereiro 2013 março 2013 abril 2013 maio 2013 junho 2013 julho 2013 agosto 2013 setembro 2013 outubro 2013 novembro 2013 dezembro 2013 janeiro 2014 dream always
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